Beata Maria Rivier |
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A beata Maria Rivier foi batizada a 21 de dezembro na igreja de Nossa Senhora de Prévenchères. Por volta dos dezasseis meses, caiu da cama dos pais e fraturou a anca; desde então não se mantinha de pé, nem sequer com a ajuda de muletas. Para além disso a beata sofria de raquitismo: tinha o torso e a cabeça normalmente desenvolvidos, mas os braços e as pernas eram fracos, sendo a sua altura máxima 1 metro e 32 centímetros. A mãe da beata Maria Rivier rezava todos os dias a junto da imagem de Nossa Senhora da Piedade, na Capela dos Penitentes que ficava próxima de sua casa, levando a pequena Maria Rivier com ela. Durante as visitas, explicava à beata quem era Nossa Senhora da Piedade. Aos poucos o amor de Cristo e de sua Mãe, o desejo de fazer algo por eles, o horror aos pecados e, sobretudo, uma confiança absoluta em Maria, penetram no generoso e terno coração da menina. Um dia a beata Maria Rivier declara sem rodeios à mãe: “A Senhora da capela me curará!” Em casa, Maria Rivier conta histórias edificantes para as crianças da povoação, e sabe captar maravilhosamente a atenção dos seus ouvintes mantendo-os tranquilos. Ensina-lhes o catecismo e a rezar. No ano de 1774 Maria Rivier fica órfã de pai sendo o sepultamento no dia 8 de setembro, festividade da Natividade da Santíssima Virgem. Nesse mesmo dia, a beata Maria Rivier pede as muletas e diante do espanto de todos, utiliza-as e consegue dar três voltas pela casa. No dia de sua festa, a Virgem concedeu-lhe um presente, permitindo que caminhasse com a ajuda das muletas. Mais do que nunca Maria Rivier cuida das outras crianças organizando pequenas procissões, todos rezando o Rosário. No dia 31 de julho de 1777, Maria Rivier cai da escada e fratura um osso. Uma nova intervenção de Nossa Senhora fará com que ela caminhe após este acidente. A beata Maria Rivier aprendeu a ler e a escrever com a sua mãe, depois foi estudar com as religiosas de Nossa Senhora, em Pradelles. Mais tarde regressa a casa, mas aos dezassete anos, Maria Rivier solicita o seu ingresso nas religiosas de Nossa Senhora. A beata viu o seu pedido negado devido à sua saúde. Em 1786, após muita insistência sua, o pároco dá-lhe autorização para montar uma escola em uma casa pertencente às religiosas dominicanas. A escola logo fica cheia de filhas de gente notável, mas sobretudo de meninas pobres acolhidas gratuitamente. Ela consegue êxitos alentadores com suas alunas. Seu segredo? Audácia, tenacidade, uma alegria comunicativa e muita coragem. Em 1789 com a Revolução Francesa todos os atos religiosos se tornam suspeitos. Maria Rivier faz todo o possível para que os padres perseguidos pela sua fidelidade ao Papa consigam exercer em segredo as suas funções. Em Montpezat, a casa dominicana apesar de ter sido declarada bem nacional não foi vendida. Assim, a beata Maria Rivier continua a dirigir a sua escola. Entretanto a povoação de Thueyts chama Maria Rivier que parte como verdadeira missionária, recebendo junto dela quatro jovens. Maria atribuiu a cada uma delas um povoado da região para ali ensinar o catecismo e dar apoio às jovens para permanecerem fieis à Santa Igreja. Numa época em que todos os conventos se fechavam, Maria Rivier iria abrir o seu! O bispo concede as primeiras autorizações e em 21 de novembro de 1796, festa da Apresentação de Maria no Templo, Maria Rivier e as suas quatro companheiras consagram-se a Deus e à juventude, sob o patrocínio de Nossa Senhora da Apresentação. Cinco anos mais tarde, em 1801, o Arcebispo Mons. D’Aviau aprova as regras provisórias que a Madre Maria Rivier lhe havia apresentado. Ela é confirmada como superiora e doze religiosas são consagradas. Em 1815, a maior parte da comunidade muda-se de Thueyts para Bourg-Saint-Andéol, para o enorme convento das salesianas adquirido com dificuldades pela fundadora. A nova comunidade multiplicou-se rapidamente, apesar da sua pobreza. Para Maria Rivier e para as suas irmãs, a educação cristã da juventude é e permanecerá uma prioridade. Contudo, a educação na fé estendeu-se também aos adultos. Os pobres são os seus privilegiados; o primeiro orfanato é aberto a 21 de novembro de 1814. Faleceu a 3 de fevereiro de 1838, enquanto rezava a segunda parte da Ave-Maria. Foi beatificada pelo Papa João Paulo II a 23 de maio de 1982. |
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SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – SOLENIDADE Branco – Ofício da solenidade. Te Deum. Missa própria, Glória, Credo, pf. próprio. L 1: Dt 7, 6-11; Sl 102, 1-2. 3-4. 6-7. 8 e 10 L 2: 1Jo 4, 7-16 Ev: Mt 11, 25-30 * Proibidas as Missas de defuntos, exceto a exequial. * Na Diocese de Beja – Sagrado Coração de Jesus, Titular da Catedral. * Na Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos), na Congregação dos Sagrados Corações, na Congregação das Irmãs da Caridade do Sagrado Coração de Jesus, na Congregação das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, na Congregação das Missionárias Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus, na Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, na Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus, nos Missionários Combonianos do Coração de Jesus, e nas Oblatas do Divino Coração – Sagrado Coração de Jesus, Titular. * II Vésp. da solenidade – Compl. dep. II Vésp. dom.
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Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
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