Beata Imelda Lambertini |
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As recreações próprias à infância não atraíam a beata Imelda Lambertini. Do que ela gostava mesmo era conversar sobre Deus e as coisas sobrenaturais. Passava longas horas ajoelhada diante de um pequeno altar que ela mesma adornava e floria. Naquela época era comum a admissão de crianças em conventos, seja por vontade própria, seja por iniciativa da família. Assim, aos oito anos de idade, Imelda Lambertini foi admitida como oblata no mosteiro dominicano de Santa Maria Madalena di Val di Pietra, onde se preparava para ingressar no noviciado. Dois anos depois, numa singela cerimônia íntima, teve a felicidade de receber o hábito de São Domingos. Tomando aquele ato com profunda seriedade, a beata Imelda Lambertini tornou-se modelo para todas as irmãs. Só pelo fato de vê-la passar com alegria, modéstia e humildade, as religiosas sentiam-se confirmadas em sua vocação. Beata Imelda Lambertini tinha um profundo desejo de comungar, mas não a deixavam devido à sua idade. Na madrugada de 12 de maio de 1333, véspera da festa da Ascensão do Senhor, os sinos tocaram alegremente, chamando as religiosas para o cântico do Ofício Divino. Acabada a salmódia, o sacerdote iniciou a celebração da Santa Missa. Na hora da Comunhão, de joelhos no fundo da igreja, Imelda Lambertini acompanhava com ardorosos desejos a movimentação das monjas que recebiam a sagrada Hóstia e retornavam recolhidas a seus lugares. – Meu Jesus, dizem-me que, pelo fato de ser criança, não posso ainda comungar… Mas Vós mesmo dissestes: “Deixai vir a Mim os pequeninos”. Eis que Vos peço, Senhor: vinde a mim! Jesus, em seu terno amor aos inocentes e humildes de coração, não resistiu a esse apelo: uma Hóstia destacou- se do cibório, elevou-se no ar e, traçando um rastro luminoso por onde passava, foi pousar sobre a cabeça de Imelda! O ministro de Deus, vendo nesse prodigioso fato uma clara manifestação da vontade divina, tomou a Hóstia e deu-lhe a Comunhão. A beata Imelda Lambertini fechou os olhos, inclinou suavemente a cabeça e permaneceu absorta num profundo recolhimento. Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar a menina, que se encontrava em êxtase. Por fim, a Madre Superiora tomou a decisão de chamá-la, e todos verificaram que a beata Imelda Lambertini estava morta, pois o seu coração não resistira a tanta felicidade! Beata Imelda Lambertini foi beatificada em 1826 pelo papa Leão XII. Em 1908, o papa Pio X proclamou-a padroeira das crianças que fazem a primeira comunhão. |
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Primeiros Santos Mártires da Igreja de Roma – MF Verde ou verm. – Ofício da féria ou da memória. Missa à escolha. L 1: Am 3, 1-8; 4, 11-12; Sl 5, 5-6. 7. 8 Ev: Mt 8, 23-27 * Na Diocese de Vila Real – Aniversário da entrada solene e tomada de posse de D. António Augusto de Oliveira Azevedo. * Na Ordem Franciscana – B. Raimundo Lullo, mártir, da III Ordem – MF * Na Congregação do Santíssimo Redentor – B. Januário Sarnelli, presbítero – MO * Nas Congregações e Institutos da Família Paulista – S. Paulo, apóstolo, Patrono da Família Paulista, Titular da Sociedade São Paulo e das Filhas de São Paulo – SOLENIDADE * Na Congregação das Irmãs Missionárias do Precioso Sangue e na Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue – I Vésp. do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
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Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
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