São Valentim |
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Existem pelo menos três santos de nome Valentim cujas histórias se fundiram ao longo dos anos. Daquilo que sabemos São Valentim, terá vivido entre os anos 175 e 273 e terá sido o primeiro bispo da cidade de Terni, na Itália. São Valentim tornou-se muito popular pela sua “santidade de vida, caridade e humildade, pelo zelo apostólico zeloso e pelos milagres”. Conta-se que São Valentim viveu em Roma no tempo do imperador Cláudio II, o Gótico. O Império enfrentava vários problemas, com um grande número batalhas perdidas. O imperador atribuiu a culpa aos soldados solteiros pois dizia que os solteiros eram menos ousados nas batalhas e quando era feridos levemente pediam logo dispensa. Assim conseguiam um afastamento e, quando voltavam, estavam casados. Uma vez casados, não se arriscavam mais, com a intenção de voltar vivos para as suas mulheres. Segundo o imperador Cláudio II, isso enfraquecia as tropas e assim o imperador proibiu o casamento dos soldados. São Valentim considerou injusta a ordem do imperador e continuou a celebrar casamentos secretamente. Quando o imperador soube, mandou prender São Valentim e interrogou-o diante do povo. As respostas de São Valentim defendendo o matrimónio como união sagrada, querida por Deus e sacramento impressionaram o imperador e todo o povo. Por isso, São Valentim foi enviado para a prisão na casa do prefeito de Roma onde todos eram pagãos. Uma das filhas do prefeito era cega e São Valentim prometeu aos familiares que pediria a Jesus Cristo a cura da rapariga. Alguns dias depois a jovem estava curada e toda a família do prefeito se converteu ao cristianismo. O imperador não gostou e condenou-o à morte. Diz-se ainda que ao lado da igreja havia um enorme campo e um belo jardim. São Valentim era visto a cuidar das rosas do jardim quando não estava a trabalhar na igreja ou a atender algum doente. À tarde, o santo abria o jardim para as crianças brincarem. Ao pôr do sol São Valentim abençoava cada criança e dava-lhes uma flor, para que fossem levadas às suas mães. Ele queria, com isso, que as crianças fossem diretas para casa e alimentassem o respeito e o amor pelos pais. São Valentim, tinha o dom extraordinário do conselho, ficou famoso por conseguir reconciliar inúmeros casais de namorados. Certo dia, ouviu dois jovens namorados a discutir ao lado de seu jardim e foi ter com eles. São Valentim aproximou-se com uma linda rosa na mão, o capuz sobre a cabeça, o semblante sereno e sorridente. A figura daquele bom idoso e a delicadeza da rosa acalmou os dois namorados. São Valentim pediu-lhes que os dois segurassem o caule da rosa com todo cuidado para não se espetarem. Eles assim o fizeram. Depois, o santo explicou-lhes a beleza do sacramento do matrimónio. São Valentim ter-lhes-á dito: “As rosas são lindas, perfumadas, delicadas, mas tem espinhos. E elas não vivem sem espinhos. Assim também são as diferenças entre o casal. É preciso conhece-las, respeita-las e trata-las com delicadeza para que nenhum dos cônjuges seja ferido. Agindo assim, serão felizes e as brigas desaparecerão.” O jovem casal aprendeu a lição. Pouco tempo depois, o santo bispo celebrava o casamento dos dois. Depois disso, sua fama de casamenteiro se espalhou. São Valentim foi preso por ordem do imperador Aureliano e morto a 14 de fevereiro de 273. Foi enterrado num cemitério a céu aberto até que três crentes exumaram o corpo e o levaram para Terni, para o sepultarem com dignidade. São Valentim é o padroeiro dos noivos e dos namorados por definição do Papa Gelásio I (papa entre 492 e 496). Em 1969, o Papa Paulo VI publicou uma carta apostólica em que aprovou o novo calendário dos santos (após o Concílio Vaticano II). Na carta, o Papa explica que vários santos acabaram por ser retirados do calendário, e outros tornaram-se de memória facultativa ou passaram a ser celebrados apenas em alguns locais. Entre os santos removidos do calendário estava São Valentim, que até àquele ano foi oficialmente celebrado pela Igreja a 14 de fevereiro. Segundo a Ecclesia, a renovação do calendário resultou de uma “decisão de reformar as festas dos santos que tiveram origem em lendas”. Contudo, um pouco por todo o lado São Valentim é recordado e festejado.
São Valentim, rogai por nós! |
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Verde – Ofício da féria. Missa à escolha. L 1: 1Rs 17, 1-6; Sl 120 (121), 1-2. 3-4. 5-6. 7-8 Ev: Mt 5, 1-12 * Na Diocese do Porto – B. Maria do Divino Coração, virgem – MO * Na Ordem Beneditina (Singeverga e Casas dependentes) – Sufrágios pelos Fundadores do Mosteiro, família Gouveia Azevedo (Laudes e Missa de defuntos). * Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – B. Nicolau de Gésturi, religioso – MF * Na Ordem de São Domingos – Bb. Diana Andalò e Cecília, virgens – MF * Na Companhia de Jesus – S. Tiago Berthieu, presbítero e mártir – MO * Na Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor – B. Maria do Divino Coração – MO * Na Congregação Salesiana – B. Estêvão Sándor, mártir – MO; no Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e no Instituto Secular Voluntários de D. Bosco – MF
| Ter. Jun. 09 São Columba |
O bispo do Algarve lamentou este domingo o assassinato de D. Osório Citora Afonso, bispo da Diocese de Quelimane (Moçambique) e administrador apostólico da Arquidiocese da Beira, no passado sábado. “Queremos rezar por Moçambique, particularmente pela Igreja diocesana de Quelimane, neste momento duro”, afirmou D. Manuel Quintas na Eucaristia do Dia Diocesano dos Missionários, na […]
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Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
Entradas pagas