São Paulo Miki e Companheiros |
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A convivência no colégio, despertou em São Paulo Miki o desejo de se tornar jesuíta. Por isso, pediu para ingressar na Ordem o que foi aceite. São Paulo Miki era um homem de oração profunda e um pregador de grande eloquência. As suas pregações arrebatavam os corações e confirmavam os japoneses na fé. São Paulo Miki não pode ser ordenado na altura correta por não haver nenhum bispo na região japonesa de Fusai. Mesmo assim, Paulo Miki continuou com seu ministério de pregação. Alguns anos depois São Paulo Miki tornou-se o primeiro japonês a ser ordenado padre no Japão. Uma vez padre, conquistou inúmeros corações por causa de seu testemunho de humildade e paciência. Tudo corria bem até que o imperador Toyotomi Hideyoshi que anteriormente simpatizava com o catolicismo e o permitia no Japão se tornou um feroz perseguidor da fé em Cristo. O motivo dessa mudança foi político. Por ter conquistado a Coreia, o Japão rompeu relações com a Espanha e com todo o Ocidente, motivando uma perseguição contra todos os cristãos. Os católicos passaram então a ser expulsos do país, mas muitos cristãos decidiram ficar. E a repressão não tardou. O imperador começou por mandar prender seis franciscanos, logo depois São Paulo Miki com outros dois jesuítas e um grupo de dezassete leigos companheiros de Paulo Miki e membros de ordens terceiras. Esse grupo de vinte e seis cristãos foi vítima de humilhações e torturas públicas das mais terríveis. Os vinte e seis cristãos sofreram terríveis humilhações e torturas públicas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação. Alguns dos companheiros de São Paulo Miki eram muito novos, contudo enfrentaram a pena de morte com a mesma coragem do líder. Sabemos o nome de alguns: Tomáz Cozaki, 14 anos; Antônio, 13 e Luis Ibaraki, 11. São Paulo Miki e os seus companheiros foram crucificados na colina que ficou conhecida como “Monte dos Mártires”, em Nagazaki, no ano de 1597. Foram canonizados pelo Papa Pio IX a 8 de junho de 1862. São Paulo Miki e companheiros mártires rogai por nós! |
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Verde – Ofício da féria. Missa à escolha. L 1: 1Rs 17, 1-6; Sl 120 (121), 1-2. 3-4. 5-6. 7-8 Ev: Mt 5, 1-12 * Na Diocese do Porto – B. Maria do Divino Coração, virgem – MO * Na Ordem Beneditina (Singeverga e Casas dependentes) – Sufrágios pelos Fundadores do Mosteiro, família Gouveia Azevedo (Laudes e Missa de defuntos). * Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – B. Nicolau de Gésturi, religioso – MF * Na Ordem de São Domingos – Bb. Diana Andalò e Cecília, virgens – MF * Na Companhia de Jesus – S. Tiago Berthieu, presbítero e mártir – MO * Na Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor – B. Maria do Divino Coração – MO * Na Congregação Salesiana – B. Estêvão Sándor, mártir – MO; no Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e no Instituto Secular Voluntários de D. Bosco – MF
| Ter. Jun. 09 São Columba |
O bispo do Algarve lamentou este domingo o assassinato de D. Osório Citora Afonso, bispo da Diocese de Quelimane (Moçambique) e administrador apostólico da Arquidiocese da Beira, no passado sábado. “Queremos rezar por Moçambique, particularmente pela Igreja diocesana de Quelimane, neste momento duro”, afirmou D. Manuel Quintas na Eucaristia do Dia Diocesano dos Missionários, na […]
A Diocese do Algarve promoveu hoje em São Brás de Alportel o Dia Diocesano dos Missionários com a participação de cerca de 120 elementos. A jornada, promovida pelo Secretariado Diocesano de Animação Missionária, em conjunto com a Liga Intensificadora da Ação Missionária (LIAM), teve início com a concentração no centro de São Brás de Alportel, […]
O Carmelo de Faro volta a acolher no dia 13 de junho, pelas 9h, mais uma edição dos “Encontros no Silêncio”. Aquelas iniciativas de discernimento vocacional, promovidas por uma equipa da família Carmelita Descalça, formada por leigos que vivem o matrimónio como estado de vida, por sacerdotes e pelas irmãs contemplativas, têm lugar no mosteiro […]
Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
Entradas pagas