Beata Maria Luísa Trichet |
||||||
|
|
|
|||||
|
||||||
A beata Maria Luísa Trichet foi batizada logo no dia do seu nascimento e era a quarta filha de oito filhos do casal Julien Trichet e sua esposa. Beata Maria Luísa Trichet recebeu uma sólida educação cristã tanto na família como na escola, pois frequentou o colégio de religiosas, no Convento de Notre-Dame. Maria Luísa Trichet cresceu no ambiente de oito irmãos sob a direção maternal de uma mulher de caráter forte, e de um pai habituado a exercer o direito e a julgar com retidão como consultor jurídico do governo da cidade. Porém esta família enfrentou grandes contrariedades. Uma irmã da beata Maria Luísa Trichet faleceu vitimada por uma doença grave, enquanto a irmã mais velha, Joana, ficou paralítica a partir dos 13 anos de idade até à morte. Sempre que regressava a casa, a beata Maria Luísa Trichet ocupava-se carinhosamente da sua irmã paralítica. No ano de 1701 ocorre um acontecimento que viria a mudar a vida da beata Maria Luísa Trichet, a sua irmã Isabel, regressou emocionada do sermão que acabara de ouvir numa igreja da cidade. A beata Maria Luísa Trichet intuiu que ela havia feito uma grande descoberta e ao questionar a sua irmã sobre a razão da grande emoção sabe que a sua irmã tinha ouvido a pregação e se tinha confessado com o capelão do Hospital, Padre Luís Maria Grignion de Montfort, que já era conhecido entre a juventude da região pela sua fama de pregador e de confessor. A beata Maria Luísa Trichet também quis conhecer e ouvir o fervoroso sacerdote e procura o mesmo para se confessar. Foi no confessionário que se deu o primeiro encontro entre estas a Beata Maria Luísa Trichet e o santo Luís Maria Grignion de Monfort (http://www.paroquia-almancil.pt/utilidades/vida-dos-santos/icalrepeat.detail/2019/04/28/67391/-/s%C3%A3o-lu%C3%ADs-maria-grignion-de-montfort.html). Diante dos sinais evidentes de vocação, o Padre Montfort afirmou sem rodeios: "Foi Nossa Senhora que te enviou. Tornar-te-ás religiosa". Espontaneamente Maria Luísa Trichet oferece os seus serviços no hospital: onde passa boa parte do dia dedicada aos pobres e aos doentes. O Padre Luís Maria Grignion de Montfort pede-lhe para "permanecer" ali e a beata aceitou. Como não havia vaga no hospital para a beata Maria Luísa Trichet como governante, esta entrou simplesmente como “pobre” quando tinha 19 anos. Após um doloroso noviciado entre incompreensões e obstáculos, Maria Luísa Trichet dedica-se ao serviço dos pobres e doentes do hospital de Poitiers. No dia 2 de fevereiro de 1703, Maria Luísa Trichet emitiu os votos religiosos sob a orientação do seu confessor, tornando-se assim a primeira irmã da Congregação das Filhas da Sabedoria. O novo instituto, à sombra da cruz e sob a proteção de Maria, teria por missão servir os pobres e os doentes e dedicar-se à formação cristã da juventude. Doze anos depois, em 1714, chega a primeira companheira, Catarina Brunet e em 1715, acontece a fundação da primeira comunidade em La Rochelle (Charente) com duas novas recrutas: Maria Régnier e Maria Valleau; em 1716, São Luís Maria de Montfort morre prematuramente na idade de 43 anos. A Congregação desestabiliza-se com a morte do seu fundador mas a beata Maria Luísa Trichet, lembrando-se da frase escrita por São Luís de Montfort: "Se não se arrisca algo por Deus, não se faz nada de grande por Ele", arrisca e durante 43 anos, sozinha, forma as suas companheiras, conduz e dá vida às fundações que se multiplicam: escolas de caridade, visitas e cuidados aos enfermos, sopa popular para os mendigos, gestão de grandes hospitais na França. Os pobres do hospital de Niort (Deux-Sèvres) chamam-na "a Boa Madre Jesus". Beata Maria Luísa Trichet faleceu a 28 de abril de 1759, em Saint-Laurent-sur-Sèvre (Vendée). Maria Luísa Trichet foi beatificada pelo Papa João Paulo II a 16 de maio de 1993. |
||||||
S. José Operário – MF Branco – Ofício da féria ou da memória. Missa da féria ou da memória, pf. pascal. L 1: At 13, 26-33; Sl 2, 6-7. 8-9. 10-11 Ev: Jo 14, 1-6 ou L 1: Gn 1, 26 – 2, 3 ou Cl 3, 14-15.17.23-24; Sl 89 (90), 2.3-4.12-13. 14 e 16 Ev: Mt 13, 54-58 (próprio) * Na Diocese de Beja – S. José Operário, Padroeiro principal – SOLENIDADE * Na Diocese do Funchal – S. Tiago Menor, Padroeiro principal – SOLENIDADE * Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos (Convento da Baixa da Banheira) – S. José Operário, Padroeiro da Casa e da Igreja – SOLENIDADE * Na Ordem Hospitaleira de S. João de Deus – S. Ricardo Pampuri, religioso – MO * Nos Missionários Combonianos do Coração de Jesus – S. José Operário – FESTA * Na Diocese de Santiago (Cabo Verde) – S. Filipe, apóstolo – FESTA
| Sex. maio 01 São José Operário |
| Sex. maio 01 São Ricardo Pampuri |
| Sáb. maio 02 Beata Mafalda |
| Sáb. maio 02 Santo Atanásio |
O bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, preside no próximo sábado, 02 de maio, à bênção das pastas dos estudantes finalistas da Universidade do Algarve (UAlg). A celebração, que voltará a ter lugar no Estádio Algarve inserida na Semana Académica da UAlg, realiza-se a partir das 15h. A bênção das pastas dos finalistas é promovida […]
O clero da Diocese do Algarve reúne-se em assembleia geral no próximo dia 06 de maio e o encontro contará com uma formação sobre o acompanhamento no luto. A iniciativa, que terá lugar no Centro Pastoral de Pêra com início pelas 10h, incluirá uma introdução geral ao tema “O luto e pastoral de acompanhamento”, feita […]
A Diocese do Algarve promoveu na passada sexta-feira, 24 de abril, a vigília de oração pelas vocações prevista no âmbito da Semana de Oração pelas Vocações 2026, que se realizou de 19 a 26 de abril, tendo como lema “Eu estou contigo” (Is 41,10). A vigília, que teve lugar em Faro, no Seminário de São […]
Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
Entradas pagas