Santa Francisca Romana |
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Aos onze anos de idade Santa Francisca Romana já queria ser freira, mas foi forçada por seus pais, aos doze, a se casar com Lorenzo Ponziani, o comandante das tropas papais em Roma e de família extremamente rica. Mesmo tendo sido arranjado, o casamento foi feliz e durou quarenta anos, parte por que Lorenzo admirava sua esposa e parte por que ele estava frequentemente fora da cidade lutando pelo papa. O casal teve seis filhos e viveram a fidelidade, o amor e a paternidade responsável e evangelizadora. Na época, Roma estava dividida em fações a favor e contra o Papa, e que guerreavam entre si. Era uma verdadeira situação de guerra civil. Além disso, a cidade foi assolada por epidemias, fomes, revoluções. Nestas situações, Santa Francisca assistiu à morte de três dos seus filhos. Mais tarde, outro filho foi feito refém, o seu marido foi ferido na guerra e, depois, feito prisioneiro. Ainda assim Santa Francisca Romana prosseguiu com as suas obras de caridade. Vendeu quase tudo o que possuía para mantê-la em funcionamento. Foi nessa época que o povo, agradecido, lhe deu o título de “Mãe de Roma”. Santa Francisca Romana frequentava a abadia de Santa Maria Nova, dos monges Beneditinos. Lá, em contato com as ricas senhoras de Roma, convenceu um bom número delas a se unirem para prestar um serviço social aos pobres, doentes e necessitados. Santa Francisca Romana fundou uma espécie de “instituto das mães de Roma”. Tratava-se de um organismo sem votos, sem regras, sem hábito, formado por mães romanas. Elas viviam o seu quotidiano de mães e esposas, mas procuravam tempo para a oração e para a prática da caridade efetiva para com os necessitados acolhidos na casa de Santa Francisca e em outras paróquias de Roma. Terminada a guerra, Lourenço, o marido de Santa Francisca Roma voltou do exílio e teve grande parte dos bens que haviam sido confiscados restituídos. Ele apoiava Santa Francisca Romana na caridade e também participava. A santa esposa conseguiu, com muita oração e conselhos, que o seu marido se reconciliasse com inimigos surgidos nas guerras de Roma. Após a morte do seu marido Lourenço, Santa Francisca Romana intensificou o seu trabalho junto aos pobres. A essa altura, cinco de seus filhos e filhas tinham falecido. Quando o último filho sobrevivente se casou, Santa Francisca Romana entregou o governo do palácio à sua nora. Esta nora convertera-se à fé cristã por causa de Santa Francisca Romana. Em seguida, Santa Francisca Romana e suas companheiras viúvas de Roma, fundaram a Ordem das Irmãs Oblatas Olivetanas de Santa Maria Nova. Em 1433 dez oblatas da nova Ordem receberam o hábito religioso e começaram a viver em comunidade. Daí a poucos meses, o Papa Eugénio IV instituiu a congregação dando-lhe o nome de Congregação das Oblatas da Santíssima Virgem. Mais tarde, após a morte de Santa Francisca, este nome foi mudado para Congregação das Oblatas de Santa Francisca Romana. A congregação continuou bravamente a obra começada por Santa Francisca Romana. Santa Francisca Romana fez questão de ingressar na Congregação que fundara como qualquer outra, sendo uma simples postulante. Em pouco tempo, porém, foi eleita a superiora e exerceu o seu ministério com humildade e santidade, procurando sempre descobrir e cumprir a vontade de Deus para a Obra. Santa Francisca Romana teve vários dons sobrenaturais e carismas, que serviram para a edificação da congregação e da Igreja em geral. Ela tinha visões do seu Anjo da Guarda, do combate entre as forças satânicas e as forças celestiais, profecias, êxtases, colóquios com Jesus Cristo e Nossa Senhora. Teve também visões dos sofrimentos do inferno, do purgatório e da felicidade profunda do céu, deixando claro que o maior sofrimento na terra, não tem comparação com a felicidade do céu. Por isso, suportava tudo com amor, paciência e perseverança. Santa Francisca Romana viveu apenas três anos no convento. Faleceu a 9 de março de 1440. Foi canonizada a 9 de maio de 1608 pelo Papa Paulo V e recebeu o título de Santa Mística da igreja.
Santa Francisca Romana rogai por nós! |
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Verde – Ofício do domingo (Semana II do Saltério). Te Deum. † Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical. L 1: Os 6, 3b-6; Sl 49 (50), 1 e 8. 12-13. 14-15 L 2: Rm 4, 18-25 Ev: Mt 9, 9-13 * Proibidas as Missas de defuntos, exceto a exequial. * Nas Dioceses de Cabo Verde – Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo – SOLENIDADE * II Vésp. do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.
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Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
Entradas pagas