São Josafat |
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Em busca da verdade, S. Josafat voltou-se para a comunhão com a Igreja Católica. Josafat não foi o único. Como ele, em 1596, bispos ucranianos e bielorrussos da jurisdição do Metropolita de Kiev decidiram confirmar sua união com a Sé Apostólica de Roma através do “Tratado de Brest”. Estes povos viram a Igreja Romana como a única mãe de toda a comunidade cristã, prestando a ela a devida obediência e veneração. Com frequência, a história de São Josafat confunde-se com a história do Tratado de Brest. Dizem os escritos antigos que a brilhante carreira era plenamente justificada pelos seus dotes intelectuais e, principalmente, pelo exemplo de suas virtudes, obediência total à disciplina monástica e à prática da caridade. Exemplo disso foi quando, certa vez, sem ter como ajudar uma viúva que passava necessidades, penhorou o pálio de bispo para conseguir dinheiro e socorrê-la. São Josafat destaca-se como a estrela da santidade, homem de oração e do silêncio. Nestes fundamentos ele reforma a Ordem de São Basílio Magno em companhia de João Velhamen Rutskyj (1607-1623). Oferece a sua vida em sacrifício pela unidade da Igreja de Cristo. O amor a Deus levou Josafat para uma profunda e viva oração, união com irmãos com Deus. Por esse motivo a Igreja lhe deu o título de: São Josafat, mártir pela união das Igreja e o reformador da Ordem de São Basílio Magno. Singularmente uma figura perfeita de bispo e um exemplar promotor e legislador da vida monástica Josafat tornou-se arcebispo de Polock e Vitebsk, foi afamado pela santidade de sua vida e pelo seu zelo apostólico, sendo um intrépido defensor da unidade. Por esta unidade, Josafat lutou toda a sua vida e também por ela morreu como mártir. Josafat foi perseguido com ódio e com planos sanguinários pelos ortodoxos, que eram contra a reunificação da Igreja com a Sé Apostólica de Roma. Em 12 de novembro de 1623, foi ferido e cruelmente assassinado quando se dirigia para a celebração da liturgia das horas e depois à Divina Liturgia. Foi o primeiro santo da igreja do oriente a ser canonizado. O Papa Pio XI declarou São Josafat o padroeiro da união entre ortodoxos e católicos em 12 de novembro de 1923, data do terceiro centenário de seu martírio. |
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S. José Operário – MF Branco – Ofício da féria ou da memória. Missa da féria ou da memória, pf. pascal. L 1: At 13, 26-33; Sl 2, 6-7. 8-9. 10-11 Ev: Jo 14, 1-6 ou L 1: Gn 1, 26 – 2, 3 ou Cl 3, 14-15.17.23-24; Sl 89 (90), 2.3-4.12-13. 14 e 16 Ev: Mt 13, 54-58 (próprio) * Na Diocese de Beja – S. José Operário, Padroeiro principal – SOLENIDADE * Na Diocese do Funchal – S. Tiago Menor, Padroeiro principal – SOLENIDADE * Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos (Convento da Baixa da Banheira) – S. José Operário, Padroeiro da Casa e da Igreja – SOLENIDADE * Na Ordem Hospitaleira de S. João de Deus – S. Ricardo Pampuri, religioso – MO * Nos Missionários Combonianos do Coração de Jesus – S. José Operário – FESTA * Na Diocese de Santiago (Cabo Verde) – S. Filipe, apóstolo – FESTA
| Sex. maio 01 São José Operário |
| Sex. maio 01 São Ricardo Pampuri |
| Sáb. maio 02 Beata Mafalda |
| Sáb. maio 02 Santo Atanásio |
Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
Entradas pagas