Santa Catarina Labouré |
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Santa Catarina Labouré nasceu em 2 de Maio de 1806 em Fain-lès-Moutiers (França) e faleceu a 31 de Dezembro de 1876 em Paris. Era filha de Pierre Labouré e de Madeleine Gontard e era a oitava de dez filhos. Ficou órfã de mãe no dia 9 de Outubro de 1815. Apesar de ter apenas nove anos e a pedido do seu pai foi morar para Sain-Rémy para a casa da sua tia Marguerine, irmã do pai, casada com o vinagreiro Antoine Jeanrot, juntamente com a sua irmã Tonine. Naquela noite, Catarina e Tonine, de mãos dadas, deixavam a casa paterna por caminhos cujas grandes árvores já começavam a ganhar tons de ouro e púrpura. Catarina sentia-se duplamente órfã, pois a morte da mãe a afastava também de seu pai, e essa separação era-lhe dolorosa. Quanto ao vazio deixado pela perda, Catarina encontrara por si mesma uma solução. Naquela manhã, no quarto da sua falecida mãe, ela subira no móvel em que havia uma imagem de Nossa Senhora e pedira que ela substituísse a mãe. A criada, a quem nada escapava, viu-a, e mais tarde contou o facto a Tonine. Catarina ajudava a tia Antoine Jeanrot, sobrecarregada com seu comércio. Assim Santa Catarina Labouré aprendeu a cuidar dos serviços domésticos, o que lhe seria útil. Dois anos depois, o pai, que a contragosto decidira a separação, sentiu falta de Catarina… e chamou-a de volta para a fazenda. Era uma vida rude, e Catarina, a primeira da casa a se levantar: às 4 horas, no verão. O dia nunca era suficientemente longo para todo o trabalho. Diariamente era preciso recomeçar e vencer o cansaço. A cada ano, Catarina cumpria melhor o ciclo litúrgico, do Advento à Páscoa… Aos 14 anos, Catarina começou a jejuar às sexta-feiras e aos sábados, ao longo do ano todo. Tonine ficou apreensiva. Temia que a irmã esmorecesse no trabalho. Tentou dissuadi-la, mas foi em vão. Tonine contou ao pai e este deu-lhe razão. Porém Santa Catarina Labouré já tinha tomado sua decisão. Respeitava o pai em tudo aquilo que tinha a ver com a ordem da casa, mas aquele jejum era uma questão entre ela e Deus. Do jejum extraía forças, e isso não dizia respeito a mais ninguém. Santa Catarina Labouré estava decidida a tornar-se religiosa, mas a entrada no postulado exigiria o consentimento do pai, o que estava fora de questão… Santa Catarina Labouré celebrava 21 anos a 3 de Maio de 1827 e declarou ao pai a sua firme decisão. Porém o seu pai, rejeitou a decisão de Santa Catarina com veemência. Não reconhecia a maioridade. Já entregara uma filha a Deus: Marie-Louise. Sempre dissera que não entregaria duas. Na primavera de 1828, o pai enviou Santa Catarina Labouré para Paris, para ajudar o seu irmão Charles, que havia estabelecido um comércio de vinhos e rolhas. A capital despertava as moças, e o restaurante a tornaria cortejada. O irmão tentou arranjar-lhe casamento. O irmão de Catarina iria casar-se novamente em 3 de Fevereiro de 1829 e Santa Catarina Labouré, aproveitou a oportunidade para voltar a Châtillon. A 21 de Abril de 1830. Catarina reencontrava a capital, não mais para o trabalho tenso, a contragosto, do restaurante operário, mas para conhecer a casa de Vicente de Paulo. Os obstáculos haviam sido vencidos e Catarina entrava para o noviciado. Nossa Senhora apareceu por três vezes a Santa Catarina Labouré. Foi canonizada pelo Papa Pio XII a 27 de Julho de 1947. Santa Catarina Labouré, rogai por nós! |
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SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO SOLENIDADE Branco – Ofício da solenidade. Te Deum. † Missa própria, Glória, sequência facultativa, Credo, pf. da Eucaristia. L 1: Dt 8, 2-3. 14b-16a; Sl 147, 12-13. 14-15. 19-20 L 2: 1Cor 10, 16-17 Ev: Jo 6, 51-58 * Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial. * Em Portugal – Dia santificado e feriado nacional. * Na Congregação das Irmãs «Filhas da Igreja» – Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Titular da Congregação – SOLENIDADE * No Instituto das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado – Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Titular do Instituto – SOLENIDADE * Nas Dioceses de Cabo Verde – Ofício e Missa da féria. * Em Portugal – II Vésp. da solenidade – Compl. dep. II Vésp. dom.
| Qui. Jun. 04 Mártires da Papua Nova Guiné |
| Qui. Jun. 04 São João Gabriel Perboyre |
| Sex. Jun. 05 São Bonifácio |
— «Hoje é o Dia da Criança!», exclamou, cheia de entusiasmo e convicção, uma das destinatárias daquela jornada à chegada do bispo do Algarve. Os restantes elementos do grupo, igualmente entusiasmados, apressaram-se a anunciar que tinham preparado uma canção para apresentar. Da autoria dos próprios pequenos cantores, a composição sublinhava os direitos das crianças, nomeadamente […]
O painel sobre “A Solicitude Pastoral na Diocese do Algarve” do Encontro das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) canónicas, Centros Sociais Paroquiais e Santas Casas da Misericórdia, que teve lugar no passado dia 21 de maio na Casa de Retiros de São Lourenço do Palmeiral, exortou à inclusão, ao encontro e à autonomia. O […]
O painel sobre “A Solicitude Pastoral na Diocese do Algarve” do Encontro das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) canónicas, Centros Sociais Paroquiais e Santas Casas da Misericórdia, que teve lugar no passado dia 21 de maio na Casa de Retiros de São Lourenço do Palmeiral, destacou a importância do apoio social em rede e […]
Pode visitar a Igreja de S. Lourenço nos seguintes horários
De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)
Segunda-feira: 15h00 - 17h00
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)
Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00
Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.
Entradas pagas