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SUMMARY:São Félix de Valóis
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p><img src="images/Santos_Novembro/20-11_S._Félix_de_Valóis.JPG" alt="20 1
 1 S. Félix de Valóis" /></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; m
 argin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><strong><s
 pan style="color: #222222;"><span style="font-family: 'times new roman', ti
 mes; font-size: 12pt;">São Félix de Valóis</span></span></strong><span styl
 e="color: #222222; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;"
 > nasceu a 19 de Abril de 1127 na cidade de Amiens, distrito de Valóis (Fra
 nça) e faleceu a 20 de Novembro de 1212 em Cefroid, França. Era filho do Co
 nde Raul de Vermandois e de Valois, príncipe da Casa dos Capet  e Carlosmag
 no e de Alienor de Champagne, também pertencente à casa de Carlosmagno. São
  Félix de Valóis foi baptizado com o nome de Hugo, em homenagem ao seu avô,
  o filho de Henry I, Rei da França.</span></p><p style="margin-top: 0cm; ma
 rgin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: 
 white;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new roman', times;
  font-size: 12pt;">O jovem Hugo foi enviado para a Abadia de Clairvaux para
  ser educado. Com 20 anos saiu numa cruzada mas foi como incógnito para não
  ser tratado de maneira diferente. Três anos mais tarde retornou, viajou pe
 la Itália e foi ser um eremita no norte da Itália ou perto de Clermont d&rs
 quo;Oise. Para evitar ser reconhecido, Hugo mudou o nome para Félix e torno
 u-se sacerdote.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; mar
 gin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style=
 "color: #222222; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">E
 m 1193 ele estava vivendo em extrema solidão perto de Montigny quando receb
 eu a visita de São João de Matha (<a href="utilidades/vida-dos-santos/icalr
 epeat.detail/2017/12/17/45785/-/jo">http://www.paroquia-almancil.pt/utilida
 des/vida-dos-santos/icalrepeat.detail/2017/12/17/45785/-/jo</a>ão-da-mata.h
 tml) que</span><span style="color: #222222; font-family: 'times new roman',
  times; font-size: 12pt;">, tendo-se diplomado na Universidade de Paris, to
 rnou-se sacerdote, celebrando sua primeira missa em 28 de janeiro de 1193. 
 Eles se tornaram amigos, formando uma pequena comunidade junto com outros d
 iscípulos.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-b
 ottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style="colo
 r: #222222; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Um dia
  em 1197, uma corça branca, que vinha com frequência beber água numa fonte 
 onde os eremitas tiravam água, apareceu com uma cruz vermelha e azul entre 
 os chifres. João lembrou-se da visão que tinha tido durante a sua primeira 
 missa, quando viu um anjo vestido de branco com uma cruz vermelha e azul em
  seu peito. Ele e Félix sabiam que a corça era um sinal de Deus e que eles 
 deveriam seguir em frente com o plano de fundar uma Ordem Religiosa dedicad
 a a resgatar os cativos cristãos que eram capturados pelos Mouros durante a
 s cruzadas.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-
 bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style="col
 or: #222222; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">São F
 élix de Valóis e São João da Matha, viajam então até Roma onde apresentaram
  o seu plano, ao Papa Inocêncio III. O Papa deu a sua aprovação para a cria
 ção da Ordem, e deu aos fundadores o hábito da mesma (ordem): branco com um
 a cruz vermelha e azul. João e Félix retornaram a França e a sua comunidade
  foi renomeada de Cerfroid em homenagem à corça. Em 17 de dezembro de 1198,
  o Papa aprova a Regra Própria da nova Ordem.</span></p><p style="margin-to
 p: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; ba
 ckground: white;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new roma
 n', times; font-size: 12pt;">João deixou Cerfroid para começar o trabalho d
 e resgatar os cativos; Félix ficou como Supervisor Geral em Cerfroid, mas m
 ais tarde foi a Paris para estabelecer o hospital da Ordem em Saint Mathuri
 n o qual lhes havia sido doado. Como resultado, membros da Ordem eram popul
 armente chamados de Mathurinos; os frades trinitários eram também conhecido
 s como &ldquo;frades dos asnos&rdquo; sendo que sempre usavam esse meio de 
 transporte (o asno) como testemunho de pobreza.</span></p><p style="margin-
 top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; 
 background: white;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new ro
 man', times; font-size: 12pt;">Na noite de 8 de setembro de 1212, embora o 
 frade sacristão de Cerfroid se tenha esquecido de bater o sino da manhã (ge
 ralmente às 3 da madrugada), Félix desceu à Igreja para cantar o matutino c
 om a comunidade, como de costume, e encontrou a Virgem Maria e anjos, todos
  eles usando o hábito da Ordem. </span></p><p style="margin-top: 0cm; margi
 n-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: whi
 te;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new roman', times; fo
 nt-size: 12pt;">Alguns dias mais tarde João de Matha retornou a Cerfroid pa
 ra ver seu velho amigo, mas ficou apenas alguns dias. Em 4 de Novembro de 1
 212 Félix morreu com a idade de 85 anos.</span></p><p style="margin-top: 0c
 m; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; backgro
 und: white;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new roman', t
 imes; font-size: 12pt;">Ele teria sido enterrado em Cerfroid. A grande repu
 tação de sua santidade e de milagres reportados em sua tumba fez com que o 
 Papa Urbano IV o canonizasse em 1 de maio de 1262.</span></p><p style="marg
 in-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justif
 y; background: white;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new
  roman', times; font-size: 12pt;">Em 1631 os trinitários tentaram receber a
  permissão para celebrar as festas dos santos Félix e João liturgicamente n
 a França e na Espanha, como seus confrades na Inglaterra haviam conseguido 
 desde 1308; mas como o Concílio de Trento havia estabelecido controles rest
 ritivos dessas celebrações, eles não receberam permissão. A Bula papal de c
 anonização de Félix do Papa Urbano IV também se havia perdido, assim os tri
 nitários começaram a colher novos dados.</span></p><p style="margin-top: 0c
 m; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; backgro
 und: white;"><span style="color: #222222; font-family: 'times new roman', t
 imes; font-size: 12pt;">Eles encontraram os &ldquo;canons&rdquo; de Meaux i
 nvocando São Félix desde 1219; em 1291 o Capítulo Geral fixou o dia de sua 
 festa e em 1308 o provincial da Inglaterra recebeu os ofícios da missa do P
 apa João XXII. Havia documentos para convencer o Papa Alexandre VII a confi
 rmar o culto em 21 de outubro de 1666. Mas 5 anos mais tarde o Sagrado Colé
 gio dos Ritos ainda não havia adicionado Félix e João no Martirológio Roman
 o, e apenas com a intercessão do Rei Luís XIV de França e Filipe V da Espan
 ha a favor de Félix de Valóis, fez com que o Papa Inocêncio XII estendesse 
 as festas de São Félix e São João de Matha a toda Igreja católica em 1694.<
 /span></p>
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