BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//jEvents 2.0 for Joomla//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:Europe/Lisbon
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
UID:3f7ca405f384ccde4249cc82165d8baf
CATEGORIES:Santos
SUMMARY:Santa Josefina Bakhita
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal
 ;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;"><s
 trong><img src="images/Santos/Fevereiro/8fev-_S._Josefina_Bakhita.jpg" alt=
 "8fev S. Josefina Bakhita" style="margin: 5px; float: left;" />Santa Josefi
 na Bakhita</strong> nasceu por volta do ano de 1869 em Olgossa, Darfur no S
 udão e faleceu a 8 de fevereiro de 1947 em Schio, Itália. Santa Josefina Ba
 khita era de uma família abastada, o seu pai possuía terras, plantações e g
 ado; e era irmão do chefe da aldeia. Sua família era composta pelos pais e 
 sete filhos, sendo muito unidos e afeiçoados. Apesar de possuir bens, a fam
 ília de Santa Josefina Bakhita vivia numa aldeia onde as cabanas eram de ba
 rro com telhado de palha. </span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; tex
 t-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'times ne
 w roman', times; font-size: 12pt;">Não se sabe o nome que a santa recebeu d
 os seus pais, pois devido ao episódio traumatizante do seu rapto quando ter
 ia 7/8 anos, Santa Josefina esqueceu-se do seu próprio nome. A santa foi le
 vada brutalmente por dois árabes que lhe impuseram o nome de &ldquo;Bakhita
 &rdquo;, que significa: &ldquo;<em>afortunada</em>&rdquo;.</span></p><p sty
 le="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><sp
 an style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Santa Jo
 sefina Bakhita foi vendida como escrava várias vezes. Certo dia foi vendida
  a um general turco, cuja esposa era uma mulher terrivelmente má. A esposa 
 deste general desejou marcar suas escravas e Bakhita estava entre elas. Cha
 mou então uma tatuadora que, com uma navalha, ia marcando os corpos das men
 inas que se contorciam de dores, mergulhadas numa poça de sangue. Bakhita r
 ecebeu no peito, no ventre e nos braços 114 cortes de navalha que eram esfr
 egados com sal para que as marcas ficassem bem abertas. A jovens escravas f
 oram jogadas sem qualquer tratamento ou cuidado, durante um mês.<br /> No a
 no de 1882, o general turco vendeu Santa Josefina Bakhita ao agente consula
 r italiano Calisto Legnani. Na casa do cônsul, Bakhita conheceu a serenidad
 e, o afeto e os momentos de alegria, lembranças dos momentos felizes na cas
 a dos pais.<br /> Em 1885 o cônsul é obrigado a voltar a Itália e Santa Jos
 efina Bakhita pede para acompanhá-lo o que foi autorizado. O cônsul italian
 o fez esta viagem na companhia de um casal amigo e durante a mesma percebeu
  que esposa deste seu amigo gostou muito de Bakhita. Por isso, entregou San
 ta Josefina Bakhita a esta família. A nova &ldquo;mãe&rdquo; de Bakhita mor
 ava em Veneza e tratava Bakhita com carinho. Algum tempo depois, nasceu uma
  filha deste casal. Bakhita passou, então a cuidar da menina.</span></p><p 
 style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-al
 ign: justify; vertical-align: baseline;"><span style="font-family: 'times n
 ew roman', times; font-size: 12pt;">A família com a qual a Santa Josefina B
 akhita vivia tinha negócios na África e a certa altura tiveram que voltar a
  África. O casal Michieli pensou levar as duas meninas para a África, mas f
 oram aconselhados a deixa-las na Itália, sob os cuidados das irmãs da congr
 egação de Santa Madalena de Canossa, em Veneza. Ali, vivendo com as irmãs, 
 Bakhita, recebeu a mensagem do Evangelho e conheceu Jesus.</span></p><p sty
 le="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align
 : justify; vertical-align: baseline;"><span style="font-family: 'times new 
 roman', times; font-size: 12pt;">Santa Josefina Bakhita iniciou o catecumen
 ato no Instituto das Irmãs. Passado algum tempo, o casal voltou para ir bus
 car as duas raparigas, mas a santa pediu para permanecer no Instituto pois 
 desejava abraçar a fé e vivê-la para sempre.</span></p><p style="margin-top
 : 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; ver
 tical-align: baseline;"><span style="font-family: 'times new roman', times;
  font-size: 12pt;">A 09 de janeiro de 1890, a santa é batizada, crismada e 
 recebe a primeira omunhão das mãos do Patriarca de Veneza, Cardeal Agostini
 . No batismo recebe o nome de Josefina Margarida Bakhita em homenagem a São
  José.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-botto
 m: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style="font-fam
 ily: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">A 08 de dezembro de 1896 S
 anta Josefina Bakhita pronunciou os votos de: castidade; pobreza e obediênc
 ia.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 
 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style="font-family
 : 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Depois da profissão religiosa
 , nossa Santa Josefina Bakhita foi transferida para a cidade de Schio, em o
 utra obra da Congregação das Filhas da Caridade, onde permaneceu por 45 ano
 s e passou a ser conhecida como a <em>&ldquo;Madre Morena&rdquo;.</em></spa
 n><br /><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt
 ;"> Foi cozinheira, responsável pelo guarda-roupa, bordadeira, sacristã, po
 rteira. Admirada pelas irmãs e pelos moradores do local por sua humildade, 
 simplicidade e alegria, costumava dizer: &ldquo;Sede bons, amai a Deus, rez
 ai por aqueles que não O conhecem. Se, soubésseis que grande graça é conhec
 er a Deus!&rdquo;.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; 
 margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span sty
 le="background-image: initial; background-position: initial; background-rep
 eat: initial; background-attachment: initial; font-family: 'times new roman
 ', times; font-size: 12pt;">Nos últimos anos da sua vida sofreu com uma gra
 ve e longa doença. Na agonia da doença reviveu os terríveis anos de escravi
 dão e dizia que a Santa Virgem que a libertara dos sofrimentos.</span></p><
 p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-
 align: justify; vertical-align: baseline;"><span style="font-family: 'times
  new roman', times; font-size: 12pt;">No ano de 1947 Santa Josefina Bakhita
  já quase sem forças, e numa cadeira de rodas, passava horas em oração, em 
 adoração e contemplação.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right:
  0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; vertical-align: baselin
 e;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">F
 aleceu às 20 horas do dia 8 de fevereiro de 1947 no convento de Schio.</spa
 n></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt
 ; text-align: justify; vertical-align: baseline;"><span style="font-family:
  'times new roman', times; font-size: 12pt;">Foi canonizada pelo Papa João 
 Paulo II a 1 de outubro de 2000.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margi
 n-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; vertical-align:
  baseline;"> </p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-botto
 m: 0.0001pt; text-align: justify; vertical-align: baseline;"><span style="f
 ont-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Santa Josefina Bakh
 ita rogai por nós!</span></p>
DTSTAMP:20260606T131911Z
DTSTART;TZID=Europe/Lisbon;VALUE=DATE:20290208
DTEND;TZID=Europe/Lisbon;VALUE=DATE:20290209
SEQUENCE:0
TRANSP:OPAQUE
END:VEVENT
END:VCALENDAR