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SUMMARY:São João de Brito
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:São João de Brito nasceu a 1 de março de 1647 em Lisboa e faleceu em Oriur 
 na Índia a 4 de fevereiro de 1693.\nEra filho de Salvador de Brito Pereira 
 e de Brites Pereira. Foi batizado como João Heitor de Brito. O seu pai era 
 Fidalgo da Casa Real, Alcaide-Mor de Alter do Chão e Governador do Rio de J
 aneiro. São João de Brito ficou órfão de pai aos apenas quatro anos. Desde 
 cedo que, juntamente com os seus irmãos, Cristóvão e Fernão, teve ensino cr
 istão.\nAos 11 anos, João de Brito ficou doente com tal gravidade que, nas 
 suas preces para recuperar a saúde, invocava São Francisco Xavier (http://w
 ww.paroquia-almancil.pt/utilidades/vida-dos-santos/icalrepeat.detail/2018/1
 2/03/43213/-/s-francisco-xavier.html). Acreditando ter ficado bom através d
 as suas preces, veste-se com o hábito de Santo Inácio (http://www.paroquia-
 almancil.pt/utilidades/vida-dos-santos/icalrepeat.detail/2018/07/31/47528/-
 /s-in%C3%A1cio-de-loiola.html), da Companhia de Jesus, tal como tinha prome
 tido, durante um ano. Após o período da promessa, João de Brito revelou à m
 ãe a sua intenção de entrar para a Companhia de Jesus e de seguida parte pa
 ra a casa do noviciado de Lisboa, onde passa os dois anos seguintes.\nDepoi
 s de cumprido o noviciado, São João de Brito parte para Évora onde estuda H
 umanidades e Filosofia durante cinco anos. Porém devido ao clima da cidade 
 São João de Brito adoece e muda-se para Coimbra, para estudar Filosofia no 
 Colégio das Artes.\nSão João de Brito começa a pensar em ir como missionári
 o para a Ásia, mais propriamente para a Índia, e em 1668 faz o pedido ao Pa
 dre Geral da Companhia. Em 1669 volta a repetir o pedido. Depois de termina
 r o curso de Filosofia, é nomeado para lecionar a cadeira de gramática no c
 olégio de S. Antão em Lisboa (atual Hospital de S. José). Entretanto, receb
 e a notícia de que o seu pedido para ir para a Índia tinha sido aceite. Inf
 luenciado pelo Governador-geral de Madurai (Índia), que se encontrava em Li
 sboa a procurar membros para a missão, João de Brito decide-se por esta cid
 ade. Estuda Teologia entre 1671 e 1673 para poder ser ordenado sacerdote e 
 partir em missão.\nQuando informa a sua mãe, esta tenta impedi-lo, por todo
 s os meios, de ir, no entanto a 25 de março de 1673, São João de Brito emba
 rca para Goa, Índia, onde chega a 14 de setembro desse ano. Os primeiros te
 mpos naquele território foram de preparação para a sua vida de missionário:
  dormia no chão, não comia nem carne nem peixe, apenas vegetais, fruta, arr
 oz e leite, e poucas, ou nenhumas, condições materiais tinha à sua disposiç
 ão; termina os estudos de Teologia. No início do ano seguinte, parte para A
 mbalacata, onde se situava um colégio de estudantes e um seminário para a f
 ormação de sacerdotes do rito sírio. Em abril, segue para a missão de Madur
 ai para aí ser o Superior da Comunidade. Embora lhe tenham oferecido condiç
 ões para efetuar a viagem comodamente, São João de Brito decide ir pelo seu
  próprio pé, acompanhado pelo Padre André Freire.\nSão João de Brito dirigi
 a-se principalmente aos párias (casta mais baixa do sistema de castas da Ín
 dia) por aí ter mais amigos. Como os párias eram desprezados pelas outras c
 astas, os missionários que lidavam com eles também o eram. Percebendo que a
  única forma de conquistar a casta mais alta, os brâmanes, eram identificar
 -se com eles, São João de Brito começou a vestir-se como eles, deixou cresc
 er o cabelo e aprendeu a sua língua.\nAté 1679, João de Brito efetuou a sua
  ação missionária entre Colei e Tatuancheri. Esta ação abrangeu doentes, fe
 ridos de guerra e desprotegidos. Até 1685, o trabalho missionário de São Jo
 ão de Brito continuou, por entre várias dificuldades e mesmo perigo de vida
 , ao longo de várias regiões. De 1685 a 1686, São João de Brito exerce o ca
 rgo de Superior da Missão de Madurai.\nA 5 de maio de 1686, o santo chega a
 o reino de Maravá. Devido às perseguições contra os cristãos que ali tinham
  lugar, há cerca de 18 anos que nenhum missionário passava por aquela regiã
 o. Aí, São João de Brito batiza e confessa mais de 2 000 cristãos. Depois d
 estas ações, parte para norte, acompanhado de mais cinco catequistas, e cru
 za-se com o chefe do exército de Maravá que os prende e tortura, obrigando-
 os a invocar o Deus Shiva, o que recusaram. Devido à recusa de invocar o De
 us Shiva São João de Brito e os cinco catequistas são presentes a tribunal 
 e condenados à morte por empalamento e a lhes serem cortados os membros por
  estarem a querer divulgar uma religião diferente e a não invocarem o nome 
 de Shiva. A sentença foi cancelada pelo rei depois de ouvir São João de Bri
 to explicar em que consistia o cristianismo; o rei considerou que a religiã
 o possuía grandes virtudes e fugia do pecado.\nSão João de Brito deixa Mara
 vá e parte para Malabar onde é informado pelo padre provincial que tem de s
 e deslocar a Portugal e, de seguida, a Roma, para fazer um ponto de situaçã
 o sobre as missões. O santo pediu que não o enviassem pois não queria afast
 ar-se de Madurai. Contrariado, em dezembro de 1687, São João de Brito parte
  de Goa rumo a Portugal, chegando a Lisboa a 8 de setembro de 1688. O santo
  foi recebido por D. Pedro II, e por toda a corte. De seguida, foi visitar 
 as casas dos jesuítas de Santarém, Coimbra, Porto e Braga, para recrutar el
 ementos para as missões. A mãe tentou contacta-lo por diversas ocasiões, ma
 s ele dava sempre mais prioridade à sua missão religiosa; de volta à corte,
  o rei D. Pedro II convida-o a ficar em Portugal, mas São João de Brito rec
 usou. Por intervenção do rei, São João de Brito não chega a ir a Roma.\nEm 
 abril de 1690, João de Brito parte, de novo, para a Índia, onde chega em No
 vembro. Os últimos anos de vida do Padre João de Brito são anos de evangeli
 zação, novas provações, dificuldades e perigo da sua própria vida. O rei da
  região perseguia-o por ser cristão. A 8 de janeiro de 1693, São João de Br
 ito é preso em Muni, e espancado, juntamente com um jovem e um brâmane cris
 tão. O santo chega à capital três dias depois, após percorrer um longo cami
 nho a pé, ser insultado pelo povo e ter sido atado a um cavalo. É colocado 
 numa prisão e alimentado apenas com uma pequena refeição de leite por dia. 
 Daí São João de Brito é levado para Oriur, onde chega no dia 31 de janeiro.
  A 4 de fevereiro, o rei manda executá-lo, por decapitação e, posteriorment
 e, é desmembrado. \nFoi canonizado pelo Papa Pio XII a 22 de junho de 1947.
 \n \nSão João de Brito rogai por nós!\n
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