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SUMMARY:Santa Maria Eufrásia Pelletier
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal
 ;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', se
 rif; color: black; background: white;"><img src="images/Santos/Abril/28Abr_
 -_S._Maria_Eufrasia_Pelletier.jpg" alt="28Abr S. Maria Eufrasia Pelletier" 
 style="margin: 5px; float: left;" />Santa Maria Eufrásia Pelletier</span></
 strong> <span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif
 ; color: black; background: white;">nasceu a 31 de julho de 1796 em Noirmou
 tier-en-l'Île (França) e faleceu a 24 de abril de 1868 em Angers (França).<
 /span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; 
 color: black;"> Santa Maria Eufrásia Pelletier era a última de oito filhos 
 do piedoso e caritativo médico Juliano Pelletier e de Ana Amada Mourain. Fo
 i batizada com o nome <span style="background: white;">Rose-Virginie Pellet
 ier</span> </span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justif
 y; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times 
 New Roman', serif; color: black; background: white;">Santa Maria Eufrásia P
 elletier quando criança </span><span style="font-size: 12pt; font-family: '
 Times New Roman', serif; color: black;">ficava muito impressionada com a Fé
  profunda dos seus pais em plena Revolução Francesa. Desfrutava das belezas
  da sua ilha-prisão, mas o viver numa família carinhosa não ocultava o lado
  sério da vida: traficantes de escravos na costa, morte inesperada do pai q
 uando tinha 10 anos, ida para um internado fora da ilha e a perda da sua mã
 e quando ainda era uma jovem. Santa Maria Eufrásia Pelletier foi educada pe
 las Ursulinas de Chavagne, e mais tarde frequentou o Instituto da Associaçã
 o Cristã de Tours.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align:
  justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 
 'Times New Roman', serif; color: black;">Na escola de Tours, Santa Maria Eu
 frásia Pelletier ouviu falar do Convento do Refúgio, pertencente a uma Cong
 regação que São João Eudes havia fundado em 1641, para resgatar mulheres de
 caídas e proteger meninas e jovens órfãs. A Congregação chamava-se Institut
 o de Nossa Senhora da Caridade do Refúgio ou do Bom Pastor.</span></p><p st
 yle="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><s
 pan style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; color: b
 lack;">A santa sentiu-se atraída pela Congregação e entrou no noviciado em 
 1814. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', 
 serif; color: black;">A 9 de setembro de 1817, fez os quatro votos de profi
 ssão de fé</span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roma
 n', serif; color: black;"> do Instituto, dos quais o quarto é dedicar-se co
 m zelo à sal­vação das almas e adotou o nome de Maria de Santa Eufrásia. A 
 Congregação, aprovada pelo Papa Alexandre VII, no ano de 1666, tinha-se des
 envol­vido muito lentamente e passados mais de cem ano quando re­bentou a R
 evolução, contava apenas sete casas na França.</span><span style="font-size
 : 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; color: black;">As religiosas
  tinham-se disper­sado ou partiram para o exterior, esperando que a torment
 a findasse. A casa de Tours, aquela na qual Santa Maria Eufrásia Pelletier 
 tinha entrado, reabriu em 1806. A comunidade era pouco numerosa e, salvo al
 gumas noviças, compunha-se de religiosas prematuramente gastas pelos horror
 es por que tinham passado. Foi a este corpo edificante e fraco ao mesmo tem
 po, que a Irmã Maria de Santa Eufrásia trouxe o vigor da sua juventude. A d
 iretora culti­vava-a com um cuidado particular e por vezes deixava escapar 
 a sua admiração, dizendo: &ldquo;Ela fará um dia grandes coisas&rdquo;. Enq
 uanto noviça Santa Maria Eufrásia Pelletier distinguia-se por uma grande ca
 ndura e uma perfeita sim­plicidade aliada a uma certa madu­reza de juízo tã
 o rara nessa idade. Especializou-se na virtude de obe­diência. </span></p><
 p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-
 align: justify; background: white;"><span style="color: black; font-family:
  'times new roman', times; font-size: 12pt;">Durante algum tempo a jovem pr
 ofessora exerceu o cargo de mes­tra das penitentes. A jovem Santa Maria Euf
 rásia Pelletier tinha também &ldquo;cora­ção&rdquo;, e nisto estava o seu s
 egredo.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bott
 om: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span style="color: 
 black; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Santa Maria
  Eufrásia Pelletier compreendera o quão penoso era para muitas jovens entra
 r para o Refúgio, e encontrar-se diante de mestras contra as quais sentiam 
 antipatia ou tinham preconceitos. Esforçava-se por isso em ser muito amável
  com as recém-chegadas, ro­deando-as de atenções que mostra­vam às jovens q
 ue as respeitava apesar dos seus defeitos. Santa Maria Eufrásia Pelletier c
 edo aprendeu que as feridas da alma de­vem ser tratadas com tanta delica­de
 za como as chagas do corpo. Nunca fazia alusão à vida passa­da das suas pro
 tegidas. E nunca fa­lava dos seus desvarios. Pelo con­trário, desejava vê-l
 as tratadas com essa cortesia que tem tanto poder sobre corações muitas vez
 es endure­cidos. </span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; m
 argin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span styl
 e="color: black; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">E
 m 1825 era necessário eleger uma nova Superiora. A Irmã Ma­ria de Santa Euf
 rásia contava então 29 anos de idade, onze anos, portan­to menos do que era
  necessário pa­ra ser escolhida, segundo as regras da Ordem. Contudo foi el
 eita superiora por unanimidade de votos e obteve dis­pensa de idade pela au
 toridade eclesiástica.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0
 cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span
  style="color: black; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12p
 t;">Um dos primeiros atos de Santa Maria Eufrásia como superiora foi criar 
 a fundação das Ma­dalenas. Seriam estas almas recon­quistadas, desejosas de
  consagrar a vida à oração e à penitência. Pela regra de São João Eudes não
  po­deriam vestir o hábito branco de Nossa Senhora da Caridade. Por outro l
 ado, era difícil obter a sua admissão noutras comunidades. Santa Maria Eufr
 ásia Pelletier di­rigiu-se então às Carmelitas que, com grande caridade, lh
 e enviaram a sua regra e o seu hábito. A nova obra foi tão singularmen­te a
 bençoada por Deus, que a fun­dadora teria podido dizer com toda a verdade: 
 &ldquo;As Madalenas longe de serem a minha cruz, são e serão sempre a minha
  bela coroa&rdquo;.</span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm;
  margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"><span st
 yle="color: black; font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;"
 >Em 31 de julho de 1829 foi fun­dada a casa de Angers, que tomou o nome de 
 &ldquo;Convento do Bom Pastor&rdquo;, e dois anos depois Madre Pelle­tier v
 eio a ser sua superiora. A fundação desta casa realizou-se à custa de invul
 gares sacrifícios de toda espécie.</span></p><p style="margin-top: 0cm; mar
 gin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: w
 hite;"><span style="color: black; font-family: 'times new roman', times; fo
 nt-size: 12pt;">Desde a origem do Refúgio cada casa era independente. A Rev
 olução e a necessidade que Santa Maria Eufrásia Pelletier impôs, de tudo re
 começar, oferecia ocasião fa­vorável para modificar as consti­tuições, e mo
 ldá-las às exigências e necessidades da época.</span></p><p style="margin-t
 op: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; b
 ackground: white;"><span style="color: black; font-family: 'times new roman
 ', times; font-size: 12pt;">Santa Maria Eufrásia Pelletier desejava que hou
 vesse um Generalato (dignidade de uma ordem religiosa), como o tinham os Je
 suítas e as religiosas do Sagrado Coração; uma Casa-Mãe para a formação das
  noviças; e que se estabelecessem relações mútuas entre Angers e as ca­sas 
 até então por ela fundadas. </span></p><p style="margin-top: 0cm; margin-ri
 ght: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: white;"
 ><span style="color: black; font-family: 'times new roman', times; font-siz
 e: 12pt;">A ideia do Generalato encontrou for­te oposição e foi necessário 
 enviar o caso para Roma. As mudanças propostas pela Santa Maria Eufrásia Pe
 lletier foram apresentadas à assembleia dos Cardeais, que as aprovou tendo 
 o Papa Gregório XVI mandado expedir o relativo-Breve apostólico, a 3 de abr
 il de 1835. No momento em que os cardeais, reunidos em Roma, votaram por un
 animidade o Generalato, o gran­de sino do Convento de Angers fez-se ouvir p
 or três vezes, duma ma­neira misteriosa sem que ninguém o tivesse tocado. E
 stava fundada a Ordem de Nossa Senhora do Bom Pastor, da qual se tornou a s
 uperiora geral até o fim da vida.</span></p><p style="margin-top: 0cm; marg
 in-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; background: wh
 ite;"><span style="color: black; font-family: 'times new roman', times; fon
 t-size: 12pt;">Daí em diante as casas fundadas em França multiplicaram-se d
 e um mo­do surpreendente. Ao Convento de Angers afluíram postulantes com ap
 tidões desejadas. O próprio nome de &ldquo;Bom Pastor&rdquo; &mdash; nome q
 ue daí para o futuro era dado a todas as fundações da Madre Pelletier, pare
 cia exercer uma misteriosa atração nos corações, abrasados de amor de Deus 
 e do próximo. Já em 1838, a convite insistente do Cardeal Odes­calchi fundo
 u-se uma casa em Roma. Santa Maria Eufrásia Pelletier fundou 111 Casas, mai
 s do que todos os fundadores de ordens da Igreja. Teve a grande satisfação 
 de abrir casas na Inglaterra, na Irlanda, na Áustria. </span></p><p style="
 margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: ju
 stify; background: white;"><span style="color: black; font-family: 'times n
 ew roman', times; font-size: 12pt;">Santa Maria Eufrásia Pelletier faleceu 
 a 24 de abril de 1868 em Angers. </span></p><p style="margin-top: 0cm; marg
 in-right: 30pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 
 normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', seri
 f; color: black;">Santa Maria Eufrásia Pelletier foi canonizada a 2 de maio
  de 1940 pelo Papa Pio </span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'T
 imes New Roman', serif; color: black;">XII.</span></p><p style="margin-top:
  0cm; margin-right: 30pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; lin
 e-height: normal;"> </p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 30pt; marg
 in-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style
 ="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; color: black;">Sa
 nta Maria Eufrásia Pelletier rogai por nós! </span></p>
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