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SUMMARY:São Pancrácio
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'times new roman'
 , times; font-size: 12pt;"><strong><img src="images/Santos/Maio/12mai_-_s._
 pancrácio.jpg" alt="12mai s. pancrácio" style="margin: 5px; float: left;" /
 >São Pancrácio</strong> terá nascido por volta do ano 289/290 em Symnado, n
 a Frígia (atual Turquia) e morreu no ano 304 em Roma (Itália). São Pancráci
 o era filho de pais nobres e ricos. O pai foi martirizado quando São Pancrá
 cio era ainda bebé.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="
 font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">São Pancrácio foi 
 depois confiado ao seu tio Dionísio, que embora pagão se dedicou de corpo e
  alma à educação do seu sobrinho, a quem devotava a mais terna amizade e ve
 rdadeiro afeto paternal lhe dispensava.</span></p><p style="text-align: jus
 tify;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;
 ">Passados alguns anos, Dionísio transferiu a sua residência para Roma, a f
 im de proporcionar a Pancrácio a ocasião de se relacionar com exímios profe
 ssores e elementos da alta sociedade. Já corriam rumores acerca das pretens
 ões de Diocleciano, de querer exterminar o cristianismo, e de todos os seus
  súditos exigir homenagens divinas à sua pessoa.</span></p><p style="text-a
 lign: justify;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-si
 ze: 12pt;">A pouca distância da opulenta vivenda de Dionísio, morava oculto
  o Papa Marcelino, hóspede de um cristão, cujo ofício era de carpinteiro no
  palácio imperial. São Pancrácio e o seu tio viam entrar naquela casa, muit
 os homens e mulheres de todas as classes, e sempre de noite. Depois vieram 
 a saber que estas pessoas eram cristãos que ali se reuniam para celebrar os
  mistérios da sua religião. Dionísio, já fortemente inclinado ao Cristianis
 mo, e São Pancrácio, filho de mártir, ouvindo muito boas referências a resp
 eito do Papa, nutriam ardente desejo de o conhecer pessoalmente. São Pancrá
 cio e o tio foram então até à casa onde se encontrava o Papa para o conhece
 r.</span></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'tim
 es new roman', times; font-size: 12pt;">Ao fim de vinte dias consecutivos a
  ouvir explicações da doutrina cristã, São Pancrácio e o seu tio Dionísio f
 oram admitidos ao Batismo e ao culto divino nas catacumbas.</span></p><p st
 yle="text-align: justify;"><span style="font-family: 'times new roman', tim
 es; font-size: 12pt;">Neste ínterim apareceu afixado nas paredes dos edifíc
 ios públicos o decreto imperial determinando a perseguição dos cristãos. Em
  poucos dias registraram-se numerosos casos de prisão de fiéis. Os instrume
 ntos de tortura e de morte trabalharam incessantemente, e o sangue dos cris
 tãos correu abundante.</span></p><p style="text-align: justify;"><span styl
 e="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">O Papa aconselh
 ou São Pancrácio e o seu tio a procurar um sítio seguro no campo, contudo o
 s dois preferiram continuar na cidade. Dionísio morreu ao ver a brutalidade
  com que os cristãos eram tratados.</span></p><p style="text-align: justify
 ;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">En
 tretanto São Pancrácio foi denunciado como cristão. Antes de se apresentar 
 perante o tribunal, São Pancrácio foi pedir a bênção ao Papa Marcelino, que
  o animou e lhe deu a santa comunhão despedindo-o com o ósculo da paz. Quan
 do se apresentou perante o imperador São Pancrácio afirmou a sua fé em Jesu
 s Cristo e foi condenado à morte por decapitação.</span></p><p style="text-
 align: justify;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-s
 ize: 12pt;">São Pancrácio rogai por nós!</span></p>
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