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CATEGORIES:Santos
SUMMARY:Sabas, o Godo
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal
 ;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', se
 rif; color: black;"><img src="images/Santos/Abril/12Abr_-_Sabas.jpg" alt="1
 2Abr Sabas" style="margin: 5px; float: left;" />São Sabas, o Godo,</span></
 strong><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;
  color: black;"> era filho de pais católicos, que se esmeraram em lhe propo
 rcionar uma educação rigorosamente cató­lica, afastando o menino de todas a
 s influências da heresia. São Sabas foi crescendo sendo desde pequeno amigo
  da oração e das coisas divinas. Não descuidando o es­tudo das ciências e a
 rtes, São Sabas era mes­tre na ciência dos Santos.</span></p><p style="marg
 in-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style
 ="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; color: black;">Ai
 nda enquanto jovem São Sabas (o Godo) trabalhou pela conversão de idólatras
  e hereges. Quando os pais morreram São Sabas destinou grande parte da fort
 una aos católicos pobres, que sofriam perseguições da parte dos Godos. São 
 Sabas, o Godo defendia corajosamente os godos, sendo seu desejo um dia alca
 nçar a coroa do martírio.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text
 -align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-f
 amily: 'Times New Roman', serif; color: black;">As autoridades e pessoas de
  in­fluência, entre os Godos, eram pa­gãos e tudo faziam para prejudicar a 
 religião cristã. A perseguição co­meçou com a ordem dada aos ca­tólicos, de
  comerem a carne dos animais mortos no culto dos deu­ses. Pagãos havia que,
  para salvar a vida de parentes católicos, faziam clandestinamente substitu
 ir a car­ne sagrada por outra comum, en­ganando habilmente a vigilância dos
  guardas. São Sabas opôs-se francamente a esta prática e disse não poder re
 conhecer como cristãos aqueles, que desta manei­ra pretendiam iludir pagãos
  e ca­tólicos. Este enérgico protesto de São Sabas, o Godo sal­vou a muitos
  da queda; outros, po­rém, achando que era excessivo esse rigor, fizeram-lh
 e guerra e obri­garam-no a sair daquela localidade; para o voltarem a chama
 r tempo depois, quando irrompeu uma perseguição mais rude ainda contra o ca
 tolicismo. Um emissário do governo apareceu no lugar on­de estava Sabas, pa
 ra descobrir os cristãos. Os habitantes do local tinham combinado declarar 
 que ali não existia católi­co nenhum. São Sabas opôs-se a este plano e decl
 arou àqueles que es­tavam prontos a prestar juramen­to: &ldquo;Quanto a mim
 , ninguém jure, pois sou cristão&rdquo;. O emissário, sa­bendo do incidente
 , citou São Sabas perante à sua presença e intimou-o a fazer declarações so
 bre os bens de fortuna. Descobrindo, porém, que São Sabas era pobre, que na
 da possuía além da roupa do corpo, o magis­trado tratou-o com desprezo e de
 s­pediu-o.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify
 ; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times N
 ew Roman', serif; color: black;">No ano de 372, São Sabas pretendia festeja
 r a Páscoa da melhor maneira possível. Assim pôs-se a caminho para ir ter c
 om o sacerdote Gutica que morava num lugar distante, contudo no meio do cam
 i­nho, e devido a um aviso do céu, São Sabas resolveu voltar e celebrar a P
 áscoa com o sacerdote Sansala. Três dias depois da festa da Páscoa, um ban­
 do, chefiado por Atarido, filho de um príncipe daquela região, as­saltou a 
 casa do sacerdote, apo­derou-se da pessoa deste e de São Sabas, e levou amb
 os, maltratan­do-os de maneira bárbara. Os ferimentos infligidos a São Sa­b
 as não deixaram vestígios, o que causou grande admiração nos perseguidores.
 </span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-hei
 ght: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman',
  serif; color: black;">Atarido, cheio de ira, mandou que fosse servida carn
 e dos alta­res pagãos a São Sabas e ao sacerdote Sansala. Ambos se negaram 
 a comer, e São Sabas declarou: &ldquo;Es­ta carne é impura e profana; co­mo
  impuro e profano é aquele, que no-la mandou&rdquo;. Ainda São Sabas se enc
 ontrava a falar, quando um dos soldados, com toda força lhe arremessou a la
 nça contra o peito. Os presentes julgavam já morto o São Sabas, quando o sa
 nto sem o menor sinal de perturbação, continuou: &ldquo;Pensas talvez que a
 ssim me podes matar? O golpe de lança, que con­tra meu peito dirigiste, não
  me fez maior mal, que se me tivesses ati­rado um floco de lã&rdquo;. Atari
 do decidiu então que São Sabas tinha de ser morto e mandou libertar Sansala
 .</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-he
 ight: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman'
 , serif; color: black;">Os sol­dados, movidos por sentimentos humanos, ofer
 eceram a São Sabas a possibilidade de fugir, mas o santo sentia-se feliz, p
 or ter sido acha­do digno de morrer pela fé. Depois de ter sido conduzido à
  mar­gem do rio Mussovo, afluente do Danúbio, para ser afogado São Sabas, o
  Godo disse aos soldados &ldquo;Fazei o que vos for ordenado. Vejo na outra
  banda o que não vedes. Vejo ali os mensageiros de Deus, que vieram buscar 
 minha al­ma e conduzi-la à glória eterna&rdquo;. Os soldados então amarrara
 m São Sabas e atiraram-no à água. São Sabas, o Godo morreu a 12 de abril de
  372.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; lin
 e-height: normal;"> </p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: just
 ify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Time
 s New Roman', serif; color: black;">São Sabas, o Godo rogai por nós!</span>
 </p>
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