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SUMMARY:São Francisco e Santa Jacinta Marto
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:São Francisco Marto nasceu a 11 de junho de 1908 em Aljustrel, Fátima (Port
 ugal) e faleceu a 4 de abril de 1919 em Ourém (Portugal). Francisco de Jesu
 s Marto era filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus dos Santos. S
 . Francisco Marto foi batizado na Igreja Paroquial de Fátima a 20 de junho 
 de 1908.\nDe carácter dócil e condescendente, recebeu com fruto a boa educa
 ção que os pais lhe deram. Em casa, começou a conhecer e a amar a Deus, a r
 ezar, a participar nas sagradas funções paroquiais, a ajudar o próximo nece
 ssitado, a ser sincero, justo, obediente e diligente. Viveu em paz com todo
 s, quer adultos quer crianças da mesma idade. Não se irritava quando o cont
 rariavam e nos jogos não encontrava dificuldades em se adequar à vontade do
 s outros. Era sensível à beleza da natureza, que contemplava com sensibilid
 ade e admiração; deleitava-se com a solidão dos montes e ficava extasiado p
 erante o nascer e pôr do sol. Chamava ao sol «candeia de Nosso Senhor» e en
 chia-se de alegria ao aparecerem as estrelas que designava «candeias dos An
 jos». Era de tal inocência que dizia que ao chegar ao céu havia de colocar 
 azeite na candeia da Virgem Maria.\nLogo que pôde, quando atingiu a idade d
 e cerca de seis anos, foi-lhe confiada a guarda do rebanho, que diariamente
  pastoreava; segundo o costume, saía de manhã cedo com a sacola levando o a
 limento e a flauta, com a qual se divertia, e tornava a casa ao pôr do sol.
 \nS. Francisco Marto pastoreava com a sua irmã S. Jacinta Marto e a sua pri
 ma Lúcia dos Santos. No ano de 1916 viram por três vezes um anjo. Este acon
 tecimento inesperado e imprevisto constitui para S. Francisco Marto o iníci
 o duma experiência espiritual mais generosa, mais eficaz e mais intensa de 
 dia para dia. De repente começou a tornar-se mais piedoso e taciturno; reci
 tava frequentemente a oração ensinada pelo anjo.\nNo ano de 1917 as três cr
 ianças (São Francisco Marto, Santa Jacinta Marto e a prima Lúcia de Jesus) 
 viram Nossa Senhora. As aparições decorreram sempre no dia 13 de cada mês e
 ntre maio e outubro de 1917. Depois de ver Nossa Senhora, Francisco passou 
 a preferir rezar sozinho. Marcado pelas palavras de Nossa Senhora para "que
  não ofendam mais a Deus", retirava-se na solidão" para consolar Jesus pelo
 s pecados do mundo". As três crianças, particularmente São Francisco Marto,
  tinham o costume de praticar mortificações e penitências. Como penitência 
 Francisco que não frequentava a escola escondia-se para fazer reparação pel
 os pecadores. Pensa-se que os prolongados jejuns o tenham enfraquecido a po
 nto de sucumbir à epidemia gerada pela pneumónica que varreu a Europa no an
 o de 1918, em consequência da Primeira Guerra Mundial.\nFaleceu a 4 de abri
 l de 1919.\n \nSanta Jacinta Marto nasceu a 11 de março de 1910 em Aljustre
 l (Fátima) e faleceu em Lisboa (Portugal) a 20 de fevereiro de 1920. Jacint
 a de Jesus Marto era a sétima filha do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia d
 e Jesus dos Santos. Santa Jacinta Marto era irmã de S. Francisco Marto e fo
 i batizada com apenas oito dias na igreja Paroquial de Fátima.\nOs seus pai
 s, que eram humildes agricultores e piedosos cristãos, deram-lhe uma sã edu
 cação moral e religiosa. Desde tenra idade Santa Jacinta Marto mostrou o go
 sto pela oração, a preocupação pelas verdades da fé, prudência na escolha d
 as amizades e um sereno espírito de obediência. De índole vivaz, expansiva 
 e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros, cont
 udo tinha uma certa inclinação para dominar e não gostava de ser contrariad
 a, tanto que facilmente amuava. Todavia, depois mudou completamente e torno
 u-se um modelo esplêndido de humildade, de mortificação e de generosidade.\
 nLogo que pode, começou a trabalhar para ajudar a família; e foi encarregad
 a de acompanhar o irmão São Francisco Marto, um pouco mais velho do que ela
 , no pastoreio do rebanho. Ambos gostavam de se juntar com a prima Lúcia de
  Jesus dos Santos, que era também pastora de ovelhas. Deste modo as três cr
 ianças, unidas por uma grande amizade, passavam o dia inteiro nesta ativida
 de, que, apesar de custosa, eles executavam diligentemente e com prazer, po
 rque lhes deixava tempo para brincar e para rezar e lhes permitia usufruir 
 das belezas da natureza.\nO que inesperadamente lhes mudou a vida, deu-se n
 o ano de 1916 com a aparição do anjo. Depois entre 13 de maio e 13 de outub
 ro de 1917, viram Nossa Senhora. Na sequência das aparições, os dois irmãos
  foram influenciados porque durante a terceira aparição terão tido uma visã
 o do inferno. Deslumbrada com a triste sorte dos pecadores, na sua simplici
 dade, Santa Jacinta Marto decide responder ao apelo da Virgem Maria e fazer
  penitência e sacrifício pela conversão dos pecadores.\nTal como o irmão, J
 acinta Marto oferecia mortificações e penitências, sucumbindo à epidemia da
  pneumónica. Santa Jacinta Marto foi assistida em vários hospitais e esteve
  temporariamente no Orfanato de Nossa Senhora dos Milagres, em Lisboa. Fale
 ceu a 20 de fevereiro de 1920 no Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa.\nFo
 ram canonizados pelo Papa Francisco a 13 de Maio de 2017, em Fátima nas cel
 ebrações relativas ao centenário das aparições de Nossa Senhora.\nSão os ma
 is novos santos não mártires da Igreja Católica.\n \nSão Francisco e Santa 
 Jacinta Marto, rogai por nós!\n
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