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SUMMARY:São João da Cruz
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:\n\n\nS. João da Cruz nasceu no ano de 1542 em Fontiveros, Ávila (Espanha) 
 e faleceu a 14 de Dezembro de 1591 em Úbeda, Jaén (Espanha). Era filho de G
 onzalo e de Catalina e foi-lhe dado o nome Juan de Yepes y Álvarez. S. João
  da Cruz nasceu numa família de descendentes de muçulmanos ou judeus conver
 tidos ao cristianismo. Tinha dois irmãos, Luís e Francisco.\nO pai de S. Jo
 ão da Cruz trabalhava como contador, para parentes mais ricos que trabalhav
 am no comércio da seda. Porém, em 1529, depois de se casar com Catalina, um
 a órfã de classe inferior, Gonzalo foi rejeitado pela família e acabou por 
 ser forçado a trabalhar com a esposa como tecelão. O pai de S. João da Cruz
  morreu quando João tinha cerca de sete anos. Dois anos mais tarde, o irmão
  mais velho de João, Luís, morreu, provavelmente por má nutrição resultado 
 da penúria em que vivia a família depois da morte do principal provedor. De
 pois disso, Catalina mudou-se com João e Francisco, para Arévalo e, três an
 os depois, para Medina del Campo, onde finalmente conseguiu um emprego como
  tecelã.\nEm Medina del Campo, São João da Cruz entrou numa escola para cri
 anças pobres - geralmente órfãos - e recebeu uma educação básica, principal
 mente a doutrina cristã, além de alguma comida, roupas e um lugar para vive
 r. Lá, foi escolhido para servir como acólito num mosteiro vizinho de freir
 as agostinianas. Nos anos seguintes, João trabalhou no hospital e estudou h
 umanidades na escola jesuíta entre 1559 e 1563; a Companhia de Jesus era um
 a organização recém-criada na época, fundada apenas alguns anos antes por S
 anto Inácio de Loiola (http://www.paroquia-almancil.pt/utilidades/vida-dos-
 santos/icalrepeat.detail/2018/07/31/47528/-/s-in%C3%A1cio-de-loiola.html). 
 Em 1563, S. João da Cruz entrou para a Ordem Carmelita e adoptou o nome de 
 "João de São Matias".\nNo ano seguinte (1564), S. João da Cruz professou vo
 tos como carmelita e viajou para Salamanca, onde estudou teologia e filosof
 ia na universidade da cidade e no Colégio de San Andrés. A estadia terá tid
 o poderosa influência sobre suas obras posteriores, pois lecionava ali Frei
  Luis de León (estudos bíblicos: exegese, hebraico e aramaico).\nS. João da
  Cruz foi ordenado sacerdote em 1567 e deixou clara sua intenção de se junt
 ar à estrita ordem dos cartuxos, que o atraía por encorajar a contemplação 
 solitária e silenciosa. Uma viagem de Salamanca até Medina del Campo, prova
 velmente em setembro do mesmo ano, mudou os seus planos. Lá S. João da Cruz
  encontrou-se com uma freira carmelita chamada Teresa de Jesus (http://www.
 paroquia-almancil.pt/utilidades/vida-dos-santos/icalrepeat.detail/2017/10/1
 6/29002/-/s-teresa-de-jesus.html), que estava na cidade para fundar o seu s
 egundo convento. Santa Teresa contou-lhe sobre os seus projetos para reform
 ar a Ordem Carmelita, que visavam purificá-la ao reintroduzir a observância
  da regra original, de 1209, que havia sido relaxada pelo papa Eugénio IV e
 m 1432.\nSanta Teresa de Jesus pediu a São João da Cruz que desistisse dos 
 cartuxos para segui-la. Depois de um ano final estudando em Salamanca, em A
 gosto de 1568 S. João da Cruz  viajou com Santa Teresa, de Medina para Vall
 adolid, onde ela planeava fundar outro convento. Depois de passar algum tem
 po com Santa Teresa em Valladolidi, aprendendo mais sobre esta nova forma d
 e vida carmelita, S. João da Cruz partiu acompanhado pelo frade Antonio de 
 Jesús de Heredia, para fundar um novo mosteiro para frades, o primeiro a se
 guir os princípios de Santa Teresa de Jesus. Eles receberam permissão para 
 utilizar uma casa em ruínas em Duruelo (Espanha). O mosteiro foi inaugurado
  a 28 de Novembro de 1568, e nesse dia, João mudou seu nome para "João da C
 ruz".\nGrande reformador da Ordem Carmelita, é considerado, juntamente com 
 Santa Teresa de Ávila, o fundador dos Carmelitas Descalços.\nNa noite de 2 
 de Dezembro de 1577, um grupo de carmelitas contrários às reformas invadira
 m a casa de S. João da Cruz em Ávila e prenderam-no, acusado de desobedecer
  às ordens de Placência. S. João da Cruz foi mantido sob um regime brutal q
 ue incluía uma tareia de chicote em público ao menos uma vez por semana e u
 m isolamento completo numa cela minúscula. Com exceção das raras ocasiões n
 as quais recebia permissão para utilizar uma lamparina, S. João da Cruz era
  obrigado a subir num banco para conseguir ler o seu breviário utilizando a
  luz que escapava através de um buraco na parede. S. João da Cruz não podia
  trocar de roupas e era alimentado apenas com pão, água e restos de peixe s
 algado.\nS. João da Cruz conseguiu escapar nove meses depois, a 15 de Agost
 o de 1578, através de uma pequena janela que existia na cela vizinha depois
  de conseguir soltar as dobradiças da porta da sua cela.\nDepois de um perí
 odo de convalescença, primeiro entre as freiras de Teresa em Toledo e, depo
 is de seis semanas no Hospital de Santa Cruz, João retomou suas reformas.\n
 Em Outubro de 1578 S. João da Cruz reuniu-se em Almodóvar del Campo com out
 ros defensores da reforma, cada vez mais conhecidos como "carmelitas descal
 ços". Lá, decidiram solicitar ao Papa a separação formal da nova ordem. Nes
 sa reunião, S. João da Cruz foi nomeado superior de El Calvario, um mosteir
 o isolado de cerca de trinta frades a dezoito quilômetros de Beas (Andaluzi
 a).\nA 22 de Junho de 1580, o Papa Gregório XIII assinou um decreto intitul
 ado Pia Consideratione autorizando a separação das ordens. S. João da Cruz 
 escreveu a primeira constituição da ordem. Na época (1581), havia 22 casas,
  300 frades e 200 freiras na ordem dos Carmelitas Descalços.\nFaleceu a 14 
 de Dezembro de 1591, vitimado por uma erisipela (infecção bacteriana cutâne
 a).\nFoi canonizado em 1726 pelo Papa Bento XIII e é um dos Doutores da Igr
 eja Católica.\n \n S. João da Cruz rogai por nós!\n
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