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CATEGORIES:Santos
SUMMARY:Santa Catarina Labouré
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p><img src="images/Santos_Novembro/28-11_S._Catarina_Labouré.jpg" alt="28 
 11 S. Catarina Labouré" /></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align
 : justify; line-height: normal;"><strong><span style="font-size: 12pt; font
 -family: 'Times New Roman', serif;">Santa Catarina Labouré</span></strong><
 span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;"> nasce
 u em 2 de Maio de 1806 em Fain-lès-Moutiers (França) e faleceu a 31 de Deze
 mbro de 1876 em Paris. Era filha de Pierre Labouré e de Madeleine Gontard e
  era a oitava de dez filhos. Ficou órfã de mãe no dia 9 de Outubro de 1815.
  Apesar de ter apenas nove anos e a pedido do seu pai foi morar para Sain-R
 émy para a casa da sua tia Marguerine, irmã do pai, </span><span style="fon
 t-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;">casada com o vinagrei
 ro Antoine Jeanrot, juntamente com a sua irmã Tonine. </span></p><p style="
 margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span s
 tyle="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;">Naquela noit
 e, Catarina e Tonine, de mãos dadas, deixavam a casa paterna por caminhos c
 ujas grandes árvores já começavam a ganhar tons de ouro e púrpura. Catarina
  sentia-se duplamente órfã, pois a morte da mãe a afastava também de seu pa
 i, e essa separação era-lhe dolorosa.</span></p><p style="margin-bottom: 0.
 0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 
 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;">Quanto ao vazio deixado pela 
 perda, Catarina encontrara por si mesma uma solução. Naquela manhã, no quar
 to da sua falecida mãe, ela subira no móvel em que havia uma imagem de Noss
 a Senhora e pedira que ela substituísse a mãe. A criada, a quem nada escapa
 va, viu-a, e mais tarde contou o facto a Tonine. </span></p><p style="margi
 n-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style=
 "font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;">Catarina ajudava 
 a tia Antoine Jeanrot, sobrecarregada com seu comércio. Assim Santa Catarin
 a Labouré aprendeu a cuidar dos serviços domésticos, o que lhe seria útil.<
 /span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-heig
 ht: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', 
 serif;">Dois anos depois, o pai, que a contragosto decidira a separação, se
 ntiu falta de Catarina&hellip; e chamou-a de volta para a fazenda. Era uma 
 vida rude, e Catarina, a primeira da casa a se levantar: às 4 horas, no ver
 ão. O dia nunca era suficientemente longo para todo o trabalho. Diariamente
  era preciso recomeçar e vencer o cansaço.</span></p><p style="margin-botto
 m: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-s
 ize: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;">A cada ano, Catarina cum
 pria melhor o ciclo litúrgico, do Advento à Páscoa&hellip;</span></p><p sty
 le="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"><sp
 an style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif;">Aos 14 a
 nos, Catarina começou a jejuar às sexta-feiras e aos sábados, ao longo do a
 no todo. Tonine ficou apreensiva. Temia que a irmã esmorecesse no trabalho.
  Tentou dissuadi-la, mas foi em vão. Tonine contou ao pai e este deu-lhe ra
 zão. Porém Santa Catarina Labouré já tinha tomado sua decisão. Respeitava o
  pai em tudo aquilo que tinha a ver com a ordem da casa, mas aquele jejum e
 ra uma questão entre ela e Deus. Do jejum extraía forças, e isso não dizia 
 respeito a mais ninguém.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-
 align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-fa
 mily: 'Times New Roman', serif;">Santa Catarina Labouré estava decidida a t
 ornar-se religiosa, mas a entrada no postulado exigiria o consentimento do 
 pai, o que estava fora de questão&hellip; Santa Catarina Labouré celebrava 
 21 anos a 3 de Maio de 1827 e declarou ao pai a sua firme decisão. Porém o 
 seu pai, rejeitou a decisão de Santa Catarina com veemência. Não reconhecia
  a maioridade. Já entregara uma filha a Deus: Marie-Louise. Sempre dissera 
 que não entregaria duas.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-
 align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-fa
 mily: 'Times New Roman', serif;">Na primavera de 1828, o pai enviou Santa C
 atarina Labouré para Paris, para ajudar o seu irmão Charles, que havia esta
 belecido um comércio de vinhos e rolhas. A capital despertava as moças, e o
  restaurante a tornaria cortejada. O irmão tentou arranjar-lhe casamento. O
  irmão de Catarina iria casar-se novamente em 3 de Fevereiro de 1829 e Sant
 a Catarina Labouré, aproveitou a oportunidade para voltar a Châtillon.</spa
 n></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 
 normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', seri
 f;">A </span><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', 
 serif;">21 de Abril de 1830. Catarina reencontrava a capital, não mais para
  o trabalho tenso, a contragosto, do restaurante operário, mas para conhece
 r a casa de Vicente de Paulo. Os obstáculos haviam sido vencidos e Catarina
  entrava para o noviciado.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; tex
 t-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-
 family: 'Times New Roman', serif;">Nossa Senhora apareceu por três vezes a 
 Santa Catarina Labouré.</span></p><p style="margin-bottom: 0.0001pt; line-h
 eight: normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman
 ', serif;">Foi canonizada pelo Papa Pio XII a 27 de Julho de 1947.</span></
 p><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; ba
 ckground: white; vertical-align: baseline;"><span style="font-family: 'time
 s new roman', times; font-size: 12pt;"><strong><span style="border: 1pt non
 e windowtext; padding: 0cm; font-weight: normal;">Santa Catarina Labouré, r
 ogai por nós!</span></strong></span></p>
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