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SUMMARY:Santo André Avelino
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:Santo André Avelino ou Andrea Avellino nasceu no ano de 1521 em Castronuovo
  di Sant&rsquo;Andrea, Basilicata (Itália) e faleceu a 10 de Novembro de 16
 08 em Nápoles. André Avelino era filho de João Avelino e de Margarida Apell
 a, casal piedoso que consagrou o menino à Santíssima Virgem, assim que Andr
 é nasceu. Santo André Avelino foi baptizado com o nome de Lancelote.\nAntes
  de começar a falar, o bebé já tinha aprendido a fazer o Sinal da Cruz. Tud
 o nele parecia predizer sua futura santidade.\nSua infância foi pura e inoc
 ente. Bem cedo, Santo André Avelino demonstrou uma terna devoção à Santíssi
 ma Virgem, passando a rezar diariamente seu Rosário.\nO menino era dotado d
 a facilidade da palavra; seus companheiros de infância lhe diziam: &ldquo;O
 lhe, Lancelote, tu que sabes falar, diga alguma coisa para entreter-nos&rdq
 uo;. O menino não se fazia de rogado. Subindo a uma pedra, começava a falar
  como um consumado pregador. Às vezes explicava o catecismo, outras narrava
  a vida de algum Santo, e muito frequentemente exortava seu pequeno auditór
 io a rezar o Rosário, a obedecer aos pais e mestres, e a cumprir com honest
 idade seus deveres.\nDepois de seus primeiros estudos, André Avelino foi en
 viado a Veneza para estudar humanidades e filosofia. Tornou-se um adolescen
 te robusto e de bela aparência, o que lhe valeu muitos sacrifícios e grande
 s lutas para preservar o tesouro da castidade, que ele amava com amor comba
 tivo. Várias vezes teve de fugir para escapar das ciladas que lhe eram arma
 das. Uma vez foi assediado por uma mulher de má vida que queria induzi-lo a
 o pecado, e outra, estando de passagem por sua casa, pela própria ama que o
  havia criado. Por isso, André quis proteger-se tomando o estado clerical, 
 recebendo a tonsura das mãos do Bispo diocesano. Voltou então para Nápoles,
  onde doutorou-se com brilho na jurisprudência. Foi também ordenado sacerdo
 te.\nO Pe. Lancelote (André Avelino), cuja virtude já era admirada por muit
 os, foi então escolhido para reformar um convento de monjas decadentes, que
  viviam em total desordem. Pacientemente, começou a combater o relaxamento 
 e a incentivar a prática da virtude, coibindo os abusos, principalmente a v
 isita assídua de seculares ao convento. Aos poucos foi ganhando aqueles cor
 ações entibiados e reacendendo neles o fogo do amor de Deus. O convento pas
 sou a ser a admiração da cidade pelo seu fervor e desejo de virtude.\nPorém
  nem todos ficaram edificados. Alguns jovens não gostaram de se verem priva
 dos das visitas ao convento; para se vingar do jovem reformador, contratara
 m um sicário que desferiu no Pe. Lancelote vários golpes de espada sobretud
 o no rosto, deixando-o estendido numa poça de sangue. Felizmente, nenhuma f
 erida foi mortal, e ele recuperou milagrosamente sem ficar mesmo com qualqu
 er cicatriz na face.\nO Vice-rei de Nápoles quis punir os autores do atenta
 do, mas o Pe. Lancelote não permitiu. Deus disso se encarregou: o sicário q
 ue perpetrara o atentado foi morto por um homem a quem havia desonrado a ca
 sa com uma ação impudica.\nO Pe. Lancelote exercia também com brilho a advo
 cacia na Cúria eclesiástica. Defendendo, certo dia, um amigo seu, no fogo e
  veemência com que falava, deixou escapar, na defesa, uma mentira artificio
 sa. Esse episódio, aparentemente de pouca monta, foi a ocasião que a Provid
 ência quis servir-se para atraí-lo a uma vida mais perfeita. Chegando em ca
 sa e rememorando o fato, pegou as Sagradas Escrituras e, abrindo-as ao acas
 o, deparou exatamente com as palavras do Livro da Sabedoria &ldquo;a boca q
 ue mente dá morte à alma&rdquo;. Seu arrependimento e sua dor foram tão gra
 ndes que resolveu abandonar o mundo e entrar na Ordem dos Teatinos, fundada
  havia 30 anos por São Caetano de Tiene, e que visava especialmente a refor
 ma do Clero. Tinha ele então 35 anos de idade.\nPor amor à Cruz, Lancelote 
 escolheu em religião o nome do Apóstolo André, nela martirizado. Seu desejo
  de perfeição era tão grande que, inspirado pela Providência, além dos três
  votos normais de obediência, pobreza e castidade, fez mais dois votos hero
 ícos: o de negar em tudo a própria vontade e o de adquirir novo grau de vir
 tude a cada dia.\nEm seu noviciado era preciso antes reprimir seu fervor qu
 e prová-lo, pois, quanto mais o humilhassem, mais feliz se mostrava. As pen
 itências que fazia estavam muito acima das normalmente pedidas aos noviços.
  Apenas feita a profissão religiosa, pediu licença aos superiores para ir a
 té Roma visitar o túmulo dos Apóstolos e dos mártires e ganhar as indulgênc
 ias devidas. Ao voltar a Nápoles, foi-lhe dado o cargo de Mestre de Noviços
 , que ele exerceu por 10 anos com suma prudência e caridade, o que fez com 
 que o escolhessem para Superior. Santo André Avelino foi depois encarregado
  de fundar duas novas casas da Ordem, uma em Piacenza e outra em Milão. Na 
 primeira cidade, ele pregou contra o excesso de luxo nas mulheres, e conver
 teu várias pecadoras públicas. Suas pregações sobre a reforma de vida desag
 radou a alguns, que apelaram para o Duque de Parma pedindo-lhe que banisse 
 o importuno de seus Estados. Mas o Duque quis certificar-se diretamente do 
 caso, e depois de ter conversado com o Santo, passou a ser o seu mais convi
 cto defensor, conhecedor da preciosidade que possuía em seus domínios. A Du
 quesa quis tê-lo como confessor.\nA caridade de Santo André Avelino manifes
 tou-se com muito mais intensidade durante a peste de Milão, em 1576.\nEleit
 o superior, em Nápoles, &ldquo;durante seu governo ele descobriu e refutou 
 publicamente hereges que combatiam a verdade sobre o corpo e sangue do Filh
 o de Deus na Eucaristia, e fez punir o chefe&rdquo;. Um homem, seduzido por
  esses impostores, recebeu a Hóstia santa e a embrulhou em seu lenço para d
 epois a profanar. Chegando em casa, abrindo o lenço, encontrou sangue que h
 avia escorrido da Hóstia. Aterrorizado, correu em busca de Santo André a qu
 em confessou seu crime. Para evitar que o criminoso desesperasse, o Santo t
 omou sobre si parte da penitência a ele devida. Mas, sem nomear o autor, ut
 ilizou esse estupendo milagre para fortalecer na fé os que vacilavam diante
  desse divino mistério.\nVários fatos miraculosos ocorreram com esse Servo 
 de Deus. Certa vez, quando ele, com um companheiro, levava o Viático a um e
 nfermo num lugar muito ermo, desabou forte temporal que apagou a tocha que 
 o companheiro levava para clarear o caminho. Mas não só a chuva não os molh
 ou, como o rosto do Santo irradiou tal luminosidade, que iluminou o caminho
 .\nCerto dia viajava ele com um outro religioso a cavalo quando o seu, assu
 stando-se, deu um salto, lançando o Santo fora da sela, e partiu em dispara
 da. Acontece que um dos pés de André ficou preso ao estribo, e ele foi arra
 stado pelo terreno pedregoso. Mas, chamando em seu auxílio São Domingos e S
 ão Tomás de Aquino, estes lhe apareceram, desvencilharam-no do estribo, enx
 ugaram seu sangue e curaram suas chagas.\nOutra vez, quando André gemia sob
  a forte tentação de ser do número dos réprobos, apareceu-lhe Santo Agostin
 ho e São Tomás que, com palavras cheias de bondade, inspiraram-lhe nova con
 fiança em Deus assegurando-lhe o comprazimento de Deus para com ele.\nSanto
  André Avelino escreveu várias obras ascéticas e místicas.\nEnfim, no dia 1
 0 de novembro de 1608, quando o Santo era já quase nonagenário, ao dirigir-
 se para celebrar a Missa, teve um ataque de apoplexia entregando pouco depo
 is sua valorosa alma ao Criador.\nSanto muito popular na Itália, é invocado
  contra a morte repentina e a apoplexia.\n
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