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SUMMARY:São Martinho de Porres
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:<p style="text-align: justify;"><img src="images/Santos_Novembro/03-11_S._M
 artinho_de_Porres.jpg" alt="03 11 S. Martinho de Porres" width="83" height=
 "143" /> <span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12p
 t;"><strong>M</strong><strong style="color: #222222; font-family: sans-seri
 f; font-size: 14px;">artinho de Porres</strong><span style="color: #222222;
 ">, é também conhecido como </span><em style="color: #222222; font-family: 
 sans-serif; font-size: 14px;">Martinho de Lima</em><span style="color: #222
 222;">, nasceu na cidade de Lima no Perú a 9 de Dezembro de 1579 e faleceu 
 na mesma cidade em 3 de Novembro de 1639. S. Martinho de Porres </span><spa
 n style="color: #222222;">foi um religioso e santo peruano</span><span styl
 e="color: #222222;">.</span></span></p><p style="margin: 0.5em 0px; line-he
 ight: inherit; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; ba
 ckground-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: 't
 imes new roman', times; font-size: 12pt;">S. Martinho de Porres era filho i
 legítimo de João de Porras, nobre espanhol pertencente à Ordem de Alcântara
  e de Ana Velásquez, uma negra alforriada. </span></p><p style="margin: 0.5
 em 0px; line-height: inherit; color: #222222; font-family: sans-serif; font
 -size: 14px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="
 font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Ainda na infância 
 S. Martinho de Porres foi reconhecido pelo pai, bem como a sua irmã Joana, 
 tendo ambos sido levados para Guayaqui<a href="https://pt.wikipedia.org/wik
 i/Guayaquil" class="mw-redirect" style="color: #0b0080; background: none;" 
 title="Guayaquil">l</a>, onde ocupava um cargo na administração local. Quat
 ro anos depois, o pai de S. Martinho (de Porres) foi nomeado governador do 
 Panamá, pelo que enviou o filho à mãe, em  </span><span style="font-family:
  'times new roman', times; font-size: 16px;">Lima</span><span style="font-f
 amily: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">, deixando a filha sob o
 s cuidados de outros parentes.</span></p><p style="margin: 0.5em 0px; line-
 height: inherit; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; 
 background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: 
 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Martinho de Porres tornou-se ap
 rendiz de Mateo Pastor, que exercia o ofício de cirurgião, dentista e barbe
 iro. Foi ali que o jovem mestiço, Martinho de Porres, aprendeu os rudimento
 s de medicina, que depois lhe seriam tão úteis no convento.</span></p><p st
 yle="margin: 0.5em 0px; line-height: inherit; color: #222222; font-family: 
 sans-serif; font-size: 14px; background-color: #ffffff; text-align: justify
 ;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Ao
 s 15 anos, S. Martinho de Porres resolveu dedicar-se à vida religiosa, tent
 ando entrar num convento da Ordem de São Domingos, o que não foi fácil dada
  a sua condição de pobre e mestiço. Foi no convento de Nossa Senhora do Ros
 ário, em Lima, que Martinho (de Porres) quis entrar na qualidade de doado, 
 isto é, quase escravo, aceitando servir, não como frade, mas como irmão coo
 perador, o lugar mais baixo na hierarquia da Ordem. Comprometeu-se a servir
  toda a vida, sem nenhum vínculo com a comunidade, e com o único benefício 
 de vestir o hábito religioso.</span></p><p style="margin: 0.5em 0px; line-h
 eight: inherit; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; b
 ackground-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: '
 times new roman', times; font-size: 12pt;">Após o primeiro ano de prova, S.
  Martinho de Porres recebeu o hábito de cooperador. Mas isso não agradou ao
  orgulhoso pai, de quem levava o sobrenome. Dom João pediu aos superiores d
 ominicanos que recebessem Martinho, de tão ilustre estirpe pelo lado patern
 o, ao menos na qualidade de irmão leigo. Ora, isso era contra as constituiç
 ões da época, que não permitiam receber na Ordem pessoas de cor. O Superior
  quis que o próprio Martinho decidisse. &ldquo;Eu estou contente neste esta
 do e é meu desejo imitar o mais possível a Nosso Senhor, que se fez servo p
 or nós&rdquo;. Tal atitude de S. Martinho de Porres encerrou a questão, sen
 do que o santo continuou a servir o convento como cooperador.</span></p><p 
 style="margin: 0.5em 0px; line-height: inherit; color: #222222; font-family
 : sans-serif; font-size: 14px; background-color: #ffffff; text-align: justi
 fy;"><span style="font-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">
 S. Martinho (de Porres) estava encarregado da enfermaria do convento e auxi
 liava todos quantos se lhe dirigiam, fossem seus irmãos da comunidade, foss
 em pessoas da cidade. Além de cuidar da enfermaria, S. Martinho de Porres v
 arria todo o convento, cuidava da rouparia, cortava o cabelo dos duzentos f
 rades, e era o sineiro, dispensando ainda de seis a oito horas por dia à or
 ação.</span></p><p style="margin: 0.5em 0px; line-height: inherit; color: #
 222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; background-color: #ffffff
 ; text-align: justify;"><span style="font-family: 'times new roman', times;
  font-size: 12pt;">Quando uma epidemia atingiu Lima, no convento do Rosário
 , em Lima sessenta religiosos ficaram enfermos e muitos estavam numa seção 
 fechada do convento. São  Martinho teria passado a portas fechadas para cui
 dar deles, um fenómeno que encontraria resistência. Martinho de Porres leva
 va doentes para o convento, até que o Superior provincial, alarmado com o c
 ontágio, proibiu-o de continuar a fazê-lo. Sua irmã Joana, que morava no pa
 ís, ofereceu sua casa para alojar todos aqueles que a residência do religio
 so não poderia acolher. Um dia, S. Martinho (de Porres) encontrou na rua um
  pobre índio, que sangrava até a morte por causa duma punhalada, e levou-o 
 ao seu próprio quarto. O Superior, quando soube tudo isto, repreendeu o san
 to por desobediência. O Superior foi extremamente surpreendido pela sua res
 posta: "Perdoa o meu erro, e por favor me instrui, porque eu não sabia que 
 o preceito da obediência se sobrepõe ao da caridade." Então o Superior deu-
 lhe liberdade para seguir as suas inspirações posteriormente no exercício d
 a misericórdia.   </span></p><p style="margin: 0.5em 0px; line-height: inhe
 rit; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; background-c
 olor: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-family: 'times new r
 oman', times; font-size: 12pt;">S. Martinho de Porres tinha uma horta na qu
 al ele mesmo cultivava as plantas que utilizava para as "suas medicinas". E
 stando doente o Bispo de La Paz e de passagem por Lima mandou que chamassem
  Frei Martinho (de Porres) para que o curasse. O simples contato da mão do 
 santo no seu peito livrou-o da grave moléstia que o levava ao túmulo. S. Ma
 rtinho de Porres foi um precioso amigo e colaborador de Santa Rosa de Lima 
 e de Juan Macias, igualmente dominicanos.</span></p><p style="margin: 0.5em
  0px; line-height: inherit; color: #222222; font-family: sans-serif; font-s
 ize: 14px; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="fo
 nt-family: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">Além de todas essas 
 atividades, Martinho (de Porres) saía também do convento para pedir esmolas
  para os mais necessitados. Martinho (de Porres), com o corpo gasto pelo ex
 cesso de trabalho, jejum contínuo e penitência, faleceu pouco antes de comp
 letar 60 anos de idade, em 1639. </span></p><p style="margin: 0.5em 0px; li
 ne-height: inherit; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14p
 x; background-color: #ffffff; text-align: justify;"><span style="font-famil
 y: 'times new roman', times; font-size: 12pt;">S. Martinho de Porres foi be
 atificado em 1837 pelo Papa Gregório XVI e canonizado pelo Papa João XXIII 
 em 1962.</span></p><p style="margin: 0.5em 0px; line-height: inherit; color
 : #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; background-color: #fff
 fff; text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'time
 s new roman', times;">S. Martinho de Porres é o padroeiro dos barbeiros e d
 os cabeleireiros.</span></p>
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