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Beata Ascensão Nicol Goñi

Quarta-feira, 24 Fevereiro 2021por Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.Visualizações : 1025

23Fev S. Ascensão Nicol GoñiBeata Ascensão Nicol Goñi nasceu a 14 de março de 1868, em Tafalla, Navarra (Espanha) e faleceu a 24 de fevereiro de 1940. Era filha de comerciantes e recebeu uma boa educação cristã tendo sido batizava como Florentina Nicol Goñi.

Aos 14 anos, Beata Ascensão Nicol Goñi entrou no colégio interno de Santa Rosa de Lima, na cidade de Huesca (Espanha), que era dirigido pelas monjas dominicanas. Durante muito tempo Ascensão Nicol Goñi pensa sobre a sua vocação e, no fim dos estudos, toma a decisão de fazer-se religiosa. Decide permanecer primeiro um ano em casa para clarificar a sua chamada. A 22 outubro de 1885, então com 17 anos de idade, a jovem entra no noviciado das Dominicanas de Huesca, e no ano seguinte faz profissão adotando o nome de Ascensão do Coração de Jesus.

A beata Ascensão Nicol Goñi torna-se professora no colégio onde foi aluna, função que desempenhará durante 28 anos.

No ano de 1912, o Estado anti-clerical confiscou as Escolas da Comunidade de Huesca, e as religiosas perderam uma boa parte do seu trabalho e das suas atividades de apostolado. Desejando trabalhar em favor das missões, as irmãs escrevem cartas para a América e para as Filipinas propondo os seus serviços. O Padre dominicano Ramón Zubieta e aceita a sua proposta. Assim no ano de 1913 a irmã Ascensão Nicol Goñi, então com 45 anos, parte acompanhada por quatro irmãs e três padres missionários para o Peru.

Após uma estadia de dois anos em Lima, a beata é convidada com duas outras irmãs para trabalhar no novo Vicariato Apostólico de Urubamba y Madre de Dios (atualmente, Porto Maldonado), na selva peruana onde o Padre Zubieta é nomeado bispo. Depois de uma viagem longa e arriscada, através dos Andes e da navegação de rios perigosos, em 1915, Madre Ascensão e outras duas religiosas chegaram ao seu destino, situado na confluência de dois grandes rios, Madre de Dios e Tambopata, através dos quais então se realizavam todas as comunicações locais.

As religiosas foram recebidas com demonstrações de alegria e afeto, e retribuíram com o compromisso na causa da promoção da mulher e da educação das crianças. Depois de poucos dias, as religiosas abriram um colégio para meninas e um internato para as jovens mais pobres e deserdadas, dando a sua preferência às nativas. Gradualmente, aprofundou-se nas irmãs a reflexão sobre a questão social que se vivia na selva, de modo particular o conflito entre os indígenas e os cultivadores de cauchu.

Em seguida, começaram a chegar doentes graves, em busca de ajuda, e as religiosas passaram a abrir as portas da sua casa também a eles, enquanto esperavam uma solução melhor. Depois, elas mesmas começaram a visitar os doentes e a prestar-lhes os primeiros socorros, abrindo sempre novos campos de apostolado.

A princípio nem a beata Ascensão Nicol Goñi, nem D. Zubieta tinham a intenção de fundar um Instituto religioso, mas terminaram por tomar tal decisão, seguindo o conselho que receberam do Mestre da Ordem dos Pregadores. Assim, a 5 de outubro de 1918, Ascensão Nicol Goñi funda a congregação dos "Missionários dominicanos do Santíssimo Rosário", numa cerimónia solenemente celebrada na igreja de Nossa Senhora do Patrocínio, em Lima.

Madre Ascensão foi nomeada a primeira Superiora Geral e exerce uma verdadeira maternidade espiritual muito imprimida de doçura; sendo ao mesmo tempo, uma combatente cheia de coragem. Gradualmente, a sua congregação torna-se internacional. Faz numerosas viagens ao Peru e a Espanha, indo mesmo por duas vezes até à China.

Pouco depois de ter sido eleita uma terceira vez como Superiora geral, cai doente e morre em Pamplona (Espanha) a 24 de fevereiro de 1940.

Foi beatificada a 14 de maio de 2005.

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