UNÇÃO   O SACRAMENTO DOS DOENTES A Unção dos doentes mostra claramente a solicitude corporal e espiritual do Senhor para com os doentes. A pessoa que está doente necessita de uma peculiar Graça de Deus para que não perca o ânimo na aflição, nem venha a fraquejar na fé, pela falta de confiança no Senhor. (Introdução ao Ritual, nº5). Recebendo o Sacramento dos doentes, o enfermo pode suportar melhor, com mais fortaleza, os males que o afligem, e pode vencê-los obtendo a saúde do corpo e renovando-se na sua espiritualidade. Este Sacramento, pela oração feita sobre o doente e com o doente confere se necessário o perdão dos pecados e a consumação da Penitência cristã. (Introd. ao Ritual nº 6) Por tudo isso, através da Unção dos Doentes, pede-se ao Senhor que o cristão regresse às suas normais actividades, às suas anteriores ocupações, uma vez que se pede a cura de toda a fraqueza, o sarar de todas as feridas, o alívio de todas as dores da alma e do corpo, o perdão de todos os pecados. (oração depois da unção, nº 77).   Quais os frutos deste sacramento? Uma força especial e um conforto para viver, e, se for essa a vontade de Deus, uma melhora do estado de saúde. Mesmo quando não há melhoria do estado de saúde, este sacramento permite experimentar a paz e a coragem para suportar os sofrimentos da doença e da idade avançada com uma graça de força, de perdão e de purificação. Os frutos do sacramento são:       A união do doente ao sofrimento e à Paixão de Jesus para o seu bem e para o bem de toda a Igreja.       O reconforto, a paz e a coragem para suportar os sofrimentos da idade avançada e da doença.        O perdão dos pecados, quando a doença já não permite a confissão sacramental.       As melhoras da saúde, se for essa a vontade de Deus e se no plano salvífico de Deus, contribuir para o seu crescimento espiritual.       A preparação para a morte, passagem à vida eterna.          Como preparar? Para receber qualquer sacramento o cristão deve estar em estado de graça, sem consciência de culpa grave. Deve rezar e pedir a Deus que o ajude a conformar-se com a Sua vontade Santa. Deve contemplar Cristo crucificado e pedir-lhe a graça de se identificar com a sua paixão gloriosa e de contribuir assim para o crescimento espiritual da Igreja. Não deve receber este sacramento esperando uma cura milagrosa. O fruto principal do sacramento é a graça da pacificação e do alívio espiritual e corporal das dores. Se for a vontade de Deus e se contribuir para o bem da Igreja, o doente experimentará também as melhorias significativas. O Sacramento da Santa Unção é celebrado sempre que nos for pedido. Basta contactar o Acolhimento Paroquial.  
  MATRIMÓNIO  O que é necessário fazer para celebrar o Sacramento do Matrimónio?   Em primeiro lugar, supõe-se que os noivos saibam o que significa e que desejem casar e viver o seu casamento como vivência do Baptismo e de acordo com o que a Igreja propõe.  1.  Para que tudo corra como os noivos desejam nesse dia único das suas vidas devem marcar em primeiro lugar a celebração na Igreja com a antecedência necessária.  2.Devem tratar do processo civil na Conservatória do Registo Civil, com a devida antecedência, e informar que se vão casar na Igreja.  3.  Ao mesmo tempo e com um mínimo de três meses antes, devem dirigir-se à paróquia de residência para iniciar o processo Canónico. Como documentos devem levar a certidão de baptismo e certidão de nascimento. Conforme caso particular podem ser requeridos outros documentos.  4.  Faz parte do processo canónico também um pequeno diálogo com o pároco ou com outro sacerdote ou diácono.  5.  Na paróquia onde se realizará o casamento devem fazer chegar a certidão da Conservatória do Registo Civil autorizando o casamento civil, o Certificado que vem da Cúria diocesana do Algarve autorizando o casamento religioso e fotocopias dos documentos de identificação das testemunhas (chamados padrinhos) bem como a sua morada de residência. – As testemunhas têm que ter mais de 18 anos.   É conveniente aos noivos preparem-se para o Matrimónio Católico com uma formação específica para este Sacramento. Na Paróquia essa preparação é animada pela Equipa dos CPM – grupo de casais com uma vida de fé comprometida e com preparação adequada quer ao nível da pastoral quer das disciplinas de ciências humanas e realiza-se habitualmente em Loulé no Centro Paroquial.
  RECONCILIAÇÃO O perdão e a reconciliação são sinais de amor! Quando ferimos ou somos feridos por alguém que amamos verdadeiramente, não nos sentimos impacientes por nos reconciliarmos com ele? Não esperamos ansiosamente por ouvir dizer que nos perdoa ou, no caso de sermos nós os autores da ofensa, de lhe pedir perdão e de dizer que o amor e a confiança continuam? Até podemos estar convencidos, mesmo sem nada dizer ou sem nada fazer, que o amor entre vós permanece, mas como são reconfortantes as palavras ou os gestos de cumplicidade ou de ternura que vão confirmar o perdão! Deus é Amor e como é de amor que se trata quando nos referimos ao perdão dos pecados, acontece o mesmo quando ferimos o Amor de Deus. É verdade que Deus nos perdoa sempre que desejamos o seu perdão; é verdade que Ele não tem necessidade de passar por um homem para nos perdoar… somos nós que temos necessidade dum gesto concreto, duma palavra pronunciada pelo ministro da Igreja que nos restaure na alegria e na confiança reencontrada. Este gesto, esta palavra, é o sacramento da reconciliação (ou da penitência, ou do perdão dos pecados, ou a confissão, segundo as palavras que se escolhem).   Algumas passagens bíblicas sobre o perdão de Deus “O Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados” – Jesus disse ao paralítico: “Homem, os teus pecados estão perdoados”. Os escribas e os fariseus começaram a murmurar, dizendo: “Quem é Este que diz blasfémias? Ninguém pode perdoar os pecados, senão Deus somente”. Mas Jesus, que conhecia os seus pensamentos, disse-lhes: “(…) o Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados”. (Lc 5, 20-22.24). “Àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados” – Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando aos discípulos em casa com as portas fechadas (…) soprou sobre eles, e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhe-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes ser-lhe-ão retidos” (Jo 20, 19.22-23). “Se confessarmos os nossos pecados. Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados” – Se dissermos que não temos pecados, enganamo-nos a nós mesmos e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele que é fiel e justo para nos purificar de toda a iniquidade (…). Filhinhos meus, escrevo-vos estas coisas para que não pequeis; mas, se alguém pecou, temos um advogado junto do Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo 1, 8-9; 2,1). “Haverá mais alegria no Céu por um só pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam de se arrepender” (Lc 15, 7).   Como confessar os pecados? Normalmente começa-se por preparar a confissão fazendo o exame de consciência e pensando nos pecados que cometemos. Mas é necessário, anteriormente, colocar-se diante de Deus, da Sua Palavra, lendo uma passagem da Escritura. A escuta da Palavra, revelando-nos a misericórdia de Deus, descobre e ilumina, ao mesmo tempo, o nosso…
  CONFIRMAÇÃO ou CRISMA   Com a presença renovada do Espírito Santo, o sacramento da Confirmação é o sinal de Deus que mergulha o cristão na plenitude do seu mistério. É um auxílio de Deus que permite ao homem novo descobrir o seu lugar na Igreja, a ser mais fortemente testemunha do Evangelho e a entrar plenamente na missão a que o Pai o chama. A palavra “confirmação” não significa que o baptismo precise ser confirmado, ele é definitivo. (Durante alguns tempos surgiu um equívoco que se prende com o baptismo das crianças. Dado que no baptismo seriam os pais a renunciar ao pecado e a professar a fé cristã, a confirmação seria uma tomada de posição do adolescente/jovem que agora estaria preparado para professar a fé). No latim tardio confirmare tomou o sentido atenuado de completar: este complemento do baptismo pelo rito da imposição das mãos e a unção com o santo Crisma, exprime a acção do Espírito Santo na vida do cristão e da Igreja.   Como posso receber o sacramento da confirmação? O Sacramento do Crisma é recebido no decurso normal da catequese de infância e adolescência, normalmente no final do 10º ano. No caso dos adultos, é recebido após um período prévio de catecumenato, destinada exclusivamente àqueles adultos que ainda não celebraram o sacramento do Crisma e que o querem fazer. O início destas catequeses inicia-se, normalmente, em Janeiro.   Não me lembro se fui crismado... Sobretudo nas pessoas mais idosas subsiste a dúvida quanto à sua confirmação. Há alguns anos a catequese não estava organizada e sistematizada como hoje, e o pároco, aquando da visita pastoral do Bispo, preparava as crianças e os jovens para este sacramento. Também há muitas confusões entre a chamada comunhão solene e o sacramento do Crisma. Por isso, a primeira coisa a fazer é contactar a paróquia onde foi baptizado e pedir para ver no assento de baptismo se está averbado o Crisma. Caso não esteja é um indício forte de que não foi crismado. No caso de não ter sido crismado, poderá contactar os serviços da Paróquia e inscrever-se na preparação para receber este sacramento. O que vai ser crismado, deve ser assistido por um padrinho ou madrinha, cuja tarefa é procurar que cumpra fielmente as obrigações inerentes a este Sacramento. Lembramos que não pode ser o pai ou mãe e que tem de ser crismado.   Contacte o Acolhimento Paroquial, para iniciar o processo. 
  EUCARISTIA A celebração da Eucaristia é o centro de toda a vida cristã, tanto para a Igreja universal como para as comunidades locais da mesma Igreja. Com efeito, «os outros sacramentos, como todos os ministérios eclesiásticos e as obras de apostolado, estão ligados à santíssima Eucaristia e a ela se ordenam. Efetivamente, na santíssima Eucaristia está contido todo o bem espiritual da Igreja, que é o próprio Cristo, nossa Páscoa e pão vivo, que, pela sua carne vivificada e vivificadora sob a ação do Espírito Santo, dá a vida aos homens, os quais são assim convidados e levados a oferecerem-se juntamente com Ele, a si mesmos, os seus trabalhos e toda a criação». Além disso, «a celebração da Eucaristia no sacrifício da Missa é verdadeiramente a origem e o fim do culto que à mesma Eucaristia se presta fora da Missa». De facto, Cristo nosso Senhor, que «é imolado no sacrifício da Missa quando começa a estar presente sacramentalmente como alimento espiritual dos fiéis sob as espécies do pão e do vinho», também, «depois de oferecido o sacrifício, enquanto se conserva a Eucaristia nas igrejas ou oratórios, é verdadeiro Emanuel, isto é, «Deus connosco». Com efeito, de dia e de noite Ele está no meio de nós e habita em nós «cheio de graça e de verdade».   Finalidade da reserva eucarística O fim primário e primitivo da Reserva eucarística fora da Missa é a administração do Viático; os fins secundários são a distribuição da comunhão e a adoração de nosso Senhor Jesus Cristo presente no Santíssimo Sacramento. Com efeito, a conservação das sagradas espécies para os enfermos deu origem ao louvável costume de adorar este alimento do céu que se guarda nos nossos templos. E este culto de adoração funda-se numa razão válida e segura, sobretudo porque a fé na presença real do Senhor leva naturalmente à manifestação externa e pública dessa mesma fé. Na celebração da Missa, os modos principais da presença de Cristo na Igreja manifestam-se gradualmente: primeiro, enquanto está presente na própria comunidade dos fiéis reunidos em seu nome; depois, na sua palavra, quando na igreja se lê e se explica a Escritura; igualmente na pessoa do ministro; e por fim e de modo eminente, debaixo das espécies eucarísticas. Com efeito, no Sacramento da Eucaristia está presente, de maneira absolutamente singular, Cristo todo inteiro, Deus e homem, substancialmente e sem interrupção. Esta presença de Cristo debaixo das espécies «chama-se real por excelência, não por exclusão, como se as outras não fossem também reais».   Relação entre a comunhão fora da missa e o sacrifício A participação mais perfeita na celebração eucarística é a comunhão sacramental recebida dentro da Missa. Isto aparece mais claramente em razão do sinal, quando os fiéis recebem o corpo do Senhor no próprio sacrifício, depois da comunhão do sacerdote. Por isso, em qualquer celebração eucarística deve consagrar-se, de ordinário, pão recente para a comunhão dos fiéis. Devem levar-se os fiéis a comungar na própria celebração eucarística. No entanto, até convém que os…

Autenticação

Registar

*
*
*
*
*
*

Fields marked with an asterisk (*) are required.

igrejanova

donativo

Próximos Eventos

Não foram encontrados eventos

Santo do dia

Ter. Abr. 25
São Fiel de Sigmaringa
Qua. Abr. 26
São Marcos, evangelista

Horário de visitas da Igreja

Pode visitar a Igreja nos seguintes horários

 

De 15 de Abril a 15 de Outubro (Horário de Verão)

 Segunda-feira: 15h00 - 18h00

Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 18h00

 

De 16 de Outubro a 14 de Abril (Horário de Inverno)

Segunda-feira: 15h00 - 17h00

Terça-feira a Sábado: 10h00 - 13h00 e 15h00 - 17h00

 

 Ao Domingo encontra-se encerrada para visitas.

Entradas pagas

Onde Estamos